- Grupos organizados praticam burlas com o “falso acidente de trânsito” e alguns burlões chegam de fora do país, importando o esquema para atacar na estrada e em estacionamentos.
- As vítimas são, preferencialmente, condutores idosos, a quem é dito que houve um toque no carro do burlão e que a situação deve ser resolvida no momento em numerário.
- Nos últimos cinco anos, a PSP registou 853 queixas desta burla.
- Em 2025 houve um aumento de 78% face ao ano anterior, chegando a quase uma burlas por dia.
- Apesar de algumas detenções, o tipo de burla mantém-se em ascensão.
Os burlões atuam com o pretexto de um “falso acidente de trânsito”, obrigando as vítimas a resolver a situação no local e em dinheiro. Os alvos são, sobretudo, condutores idosos, que, supostamente, teriam causado um dano mínimo ao veículo do burlão.
O esquema envolve grupos organizados, alguns com origem fora do país, que chegam aos locais de circulação ou de estacionamentos. A manobra inclui pressão para pagamento imediato, sem atraso ou participação de autoridades.
Números e histórico
Ao longo de cinco anos, a PSP recebeu 853 queixas relacionadas com este tipo de burla. Em 2025, o registo cresceu 78% face a 2024, com quase uma ocorrência por dia.
Grupos de atuação e motivações
A atuação de redes organizadas amplia o alcance, com burlões a deslocarem-se entre jurisdições para dificultar o rastreio. A gravidade envolve danos simulados, coação psicológica e exigência de pagamento em dinheiro.
Medidas e prevenção
A PSP reforça a necessidade de manter a calma, não pagar de imediato e chamar ajuda policial ou de serviços autorizados. As autoridades recomendam desligar o carro, permanecer na viatura e contactar as autoridades.
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