- A Polícia Judiciária deteve um homem de 25 anos, reincidente em abuso sexual de menor e pornografia de menor, em Gondomar, distrito do Porto.
- O suspeito iniciou, em julho de 2025, um processo de aliciamento através das redes sociais, ganhando a confiança de uma menor de 13 anos.
- Expôs a menor a fotografias de nudez e usou ameaças de divulgação para obter mais imagens íntimas.
- Após insistência, convenceu-a a encontrar-se com ele em Gondomar e conduziu-a a construções abandonadas onde ocorreu o abuso.
- O homem está indiciado e será apresentado a primeiro interrogatório judicial para aplicação de medidas de coação.
O homem, 25 anos, foi detido pela Polícia Judiciária por pornografia e por alegado abuso sexual de uma menor de 13 anos, em Gondomar, no distrito do Porto. A detenção ocorreu na terça-feira, segundo a PJ. O suspeito é reincidente neste tipo de crime.
A investigação indica que o suspeito é familiar afastado da vítima e já tinha antecedentes criminais pelo mesmo ilícito. Em julho de 2025 iniciou um aliciamento via redes sociais, enviando mensagens elogiosas para ganhar a confiança da menor. Pedidos de nudez passaram a fazer parte do processo.
A PJ diz que, após insistência, o arguido convenceu a vítima a encontrar-se com ele em Gondomar, levando-a a construções abandonadas onde ocorrera o abuso. A força de segurança sublinha o uso de ascendência e domínio sobre a menor, aliadas à sua vulnerabilidade etária, para justificar o crime.
O homem está indiciado pelos crimes de abuso sexual de crianças e de pornografia de menor. Vai ser apresentado a primeiro interrogatório judicial para aplicação de medidas de coação.
Investigação e acusações
A investigação prossegue para confirmar a extensão das mensagens, fotos e eventuais outras vítimas que possam ter sido atingidas pelo suspeito. Poucas informações adicionais foram disponibilizadas até ao momento.
Procedimentos legais
A defesa pode contestar as acusações durante o interrogatório, momento em que serão solicitadas as medidas de coação adequadas à gravidade dos factos. A PJ não divulgou mais detalhes sobre a localização exata das construções nem sobre outras testemunhas.
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