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EUA amplia isenção de petróleo russo a todos os compradores para conter preços

Estados Unidos ampliam isenção de sanções para petróleo russo a compradores globais, visando conter a volatilidade dos preços da energia

Petroleiros e navios de carga alinham-se no estreito de Ormuz, 11 de março de 2026
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  • Os EUA alargam, temporariamente, a autorização para que compradores de todo o mundo adquiram petróleo russo retido no mar, não apenas refinarias indianas, para aliviar os preços da energia.
  • A medida, anunciada pelo secretário do Tesouro, Scott Bessent, permite apenas carregamentos já embarcados e não prevê novas operações comerciais; não trará benefícios financeiros relevantes ao governo russo.
  • A derrogação geral sobre a Rússia foi publicada no mesmo dia pelo Gabinete de Controlo de Ativos Estrangeiros do Tesouro, com o objetivo de ampliar a oferta global e responder à instabilidade provocada pela guerra com o Irão.
  • As cotações do petróleo permanecem acima de 100 dólares por barril, apesar das ações da AIE (Agência Internacional da Energia) que mobilizaram reservas de emergência; ataques iranianos continuam a afetar rotas de abastecimento.
  • Separadamente, o secretário Bessent vai a Paris, a 15 e 16 de março, para reuniões com o vice-primeiro-ministro chinês He Lifeng, preparando uma eventual visita do presidente Trump a Pequim; fala-se também na suspensão da Lei Jones para facilitar o transporte marítimo.

O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos vai emitir uma autorização temporária que permite a compra de petróleo russo já retido no mar por países de todo o mundo. A medida, anunciada por Scott Bessent, secretário do Tesouro, visa ampliar a oferta global e responder à instabilidade provocada pela guerra com o Irão. A autorização não concede benefícios financeiros significativos ao governo russo, segundo o responsável.

A derrogação anterior, de 30 dias, limitava-se a refinarias indianas. A nova autorização é restrita a carregamentos já embarcados e não permite novas transações, alinhada com o quadro de sanções norte-americano. A decisão surge num contexto de volatilidade nos preços do petróleo, com perturbações no estreito de Ormuz após ataques iranianos.

As autoridades destacam que a medida busca estabilizar o abastecimento global face a incertezas geopolíticas, sem ampliar receitas de exportação para Moscovo. Na mesma data, o Gabinete de Controlo de Ativos Estrangeiros divulgou uma clarificação da derrogação geral sobre a Rússia.

China: Bessent reuni-se em Paris com homólogo chinês antes da visita de Trump

Bessent confirmou uma deslocação a Paris, prevista para 15 e 16 de março, para encontros com o vice-primeiro-ministro chinês He Lifeng. O Departamento do Tesouro confirmou a participação do representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, nos contactos diplomáticos.

O encontro em Paris é apresentado como a mais recente ronda do diálogo económico entre os EUA e a China, baseado na ideia de respeito mútuo entre Trump e Xi. A cidade francesa serve de preparação para a visita de Trump a Pequim, agendada para o fim de março. Para além de Bessent, o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, poderá acompanhar o presidente, apesar das sanções prévias impostas pela China.

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