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Acordo encerra greve de 13 meses na cadeia do Linhó

Acordo na prisão do Linhó encerra treze meses de greve; recreio de reclusos inativos reduz de quatro para duas horas e meia por falta de efetivos; greves ativas em Lisboa, Beja e Setúbal

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Cadeia do Linhó, em Sintra
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  • A direção da prisão de Linhó, em Cascais, e o Sindicato Nacional da Guarda Prisional (SNGP) chegaram a um acordo que pôs fim a treze meses e cinco dias de greve na cadeia.
  • O acordo prevê que os reclusos inativos fiquem com recreio de duas horas e meia, em vez de quatro, devido à falta de efectivos.
  • Frederico Morais, presidente do SNGP, afirmou ao CM que a nova direção aceitou a medida.
  • A greve termina na Linhó, mas o sindicato mantém greves ativas nas prisões de Lisboa, Beja e Setúbal.
  • A decisão foi anunciada pela direção da prisão de Linhó.

O acordo entre a direção da prisão do Linhó, Cascais, e o Sindicato Nacional da Guarda Prisional (SNGP) põe fim a 13 meses e 5 dias de greve na unidade. A negociação encerra o protesto que afetou a atividade prisional durante mais de um ano.

Segundo o SNGP, a nova direção aceitou que os reclusos inativos tenham recreio por duas horas e meia, em vez de quatro, devido à insuficiente disponibilidade de efetivos. A mudança representa a principal concessão acordada entre as partes para a gestão da cadeia.

O presidente do SNGP, em declarações ao Correio da Manhã, confirmou o que ficou acordado, destacando que a negociação dependeu da nova chefia de guardas. Paralelamente, o sindicato mantém greves ativas nas prisões de Lisboa, Beja e Setúbal, que continuam em vigor.

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