- Paulo Topa, advogado do Porto, é apontado como figura central num alegado megadesvio de património de empresas em insolvência ou recuperação, em suposto conluio com três administradores.
- Foi-lhe decretada prisão preventiva.
- O caso surge após queixas sobre desvio de património ligado a insolvências, com alegado envolvimento de três administradores.
- A Ordem dos Advogados tinha-o suspendido por seis meses há cinco anos, por violação de deveres profissionais.
- Em 2003, foi-lhe atribuída uma multa de 3.000 euros e a devolução de honorários indevidamente cobrados a um cliente.
Paulo Topa, advogado do Porto, teve prisão preventiva decretada. A medida envolve-o como figura central num alegado megadesvio de património de empresas em insolvência ou recuperação, com alegado conluio com três administradores. A informação aponta para uma operação em curso.
As autoridades identificam o caso como de desvio de património ligado a insolvências. O alvo são empresas em processos de insolvência ou recuperação judicial, com indícios de ligação entre Topa e os três administradores.
Topa tem antecedentes disciplinares que remontam a mais de 20 anos. Em 2003, foi condenado a uma multa de 3000 euros e à devolução de honorários cobrados indevidamente a um cliente.
Há cinco anos, a Ordem dos Advogados suspensionou-o por seis meses pelo incumprimento de deveres profissionais. O histórico disciplinar é referido por fontes associadas ao Porto.
O desenrolar do caso segue pendente de investigações e de decisões judiciais adicionais. O Ministério Público e a polícia continuam a averiguar as alegações de desvio de património e de possível envolvimento de terceiros.
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