- O Ministério do Património Cultural e do Turismo do Irão anunciou que mais de cinquenta museus e sítios históricos foram danificados em duas semanas de guerra.
- A UNESCO confirmou danos em monumentos classificados como Património Mundial de Teerão (Teerão) e Isfahan.
- O conflito começou no dia 28 de fevereiro, com uma ofensiva liderada pela coligação Israel–americana, chamada pela administração de Trump como Operação Fúria Épica.
- Segundo a UNESCO, há impactos em vários locais de importância cultural, incluindo o Palácio de Golestão, a Cidade Branca de Telavive e o porto de Tiro, todos listados como Património Mundial.
- A agência sublinha o sofrimento humano, deslocações e mortes, num contexto de escalada do conflito.
Mais de 50 museus e sítios históricos do Irão foram danificados em duas semanas de conflito, segundo o Ministério do Património Cultural e do Turismo iraniano. O ataque teve início a 28 de fevereiro, no âmbito de uma operação liderada pela coligação que incluiu os EUA e Israel. O Irão é o país afetado pelas ações militares.
O ministério iraniano indicou a ampliação do impacto cultural em várias regiões, incluindo museus, palácios e sítios arqueológicos. Os dados, ainda não detalhados por local, apontam para danos em património de valor histórico nacional.
UNESCO confirmou danos a monumentos classificados como Património Mundial em Teerão e Isfahan. O organismo sublinhou a gravidade da situação em comunicado emitido a 8 de março, destacando impactos em vários locais culturais.
Confirmação da UNESCO
A agência da ONU reiterou a preocupação com a proteção de educação, cultura e comunicação à luz do conflito. O relatório aponta para danos adicionais a património mundial e para a necessidade de salvaguarda imediata.
Entre na conversa da comunidade