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Manuel João Vieira desafia líderes partidários e convoca voto em si próprio

Candidato independente a Belém desafia dirigentes partidários, pedindo apoio de militantes e eleitores, aponta coragem para mudar o sistema

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Manuel João Vieira, candidato à Presidência da República
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  • Manuel João Vieira, candidato independente à Presidência, desafiou os líderes partidários a votarem nele, dizendo que todos confiam nele, mas não o significam publicamente.
  • O apelo foi dirigido publicamente aos líderes dos partidos para se juntarem aos militantes que o acompanham nas ruas, pedindo fotografias consigo.
  • Vieira, figura histórica do entretenimento, nasceu em 1962 em Lisboa, estudou Ilustração e licenciou-se em Belas Artes, seguindo o exemplo do pai, o pintor João Rodrigues Vieira.
  • Anunciou pela quinta vez a sua candidatura, com propostas surrealistas para expor o absurdo da política, justificando a decisão pelo crescimento do fascismo.
  • As eleições para escolher o sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa realizam-se no domingo, com um recorde de onze candidatos, sendo a segunda volta marcada para 8 de fevereiro.

Manuel João Vieira, candidato independente, lançou publicamente um apelo aos líderes partidários para que se juntem aos apoiantes que reconhecem o seu potencial, afirmando que muitos confiam nele, mesmo que não o digam abertamente.

O apelo ocorreu num momento em que Vieira afirmou que há militantes que lhe pedem fotografias na rua, e defendeu que mudar posturas políticas exige coragem, lembrando que o essencial nem sempre é visível.

Perfil do candidato

Figura conhecida do entretenimento desde há décadas, Vieira nasceu em 1962, em Lisboa, estudou Ilustração na Fundação Calouste Gulbenkian e licenciou-se na Faculdade de Belas Artes de Lisboa em 1988, seguindo o exemplo do pai, o pintor João Rodrigues Vieira. O músico e artista plástico já anunciou pela quinta vez a candidatura à Presidência da República, com propostas surrealistas para expor o que considera o absurdo da política, citando o crescimento do fascismo como motivação.

Os portugueses elegem o sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa no próximo domingo, numa eleição com um recorde de 11 candidatos, sendo que a segunda volta está marcada para 8 de fevereiro.

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