O Campeonato do mundo FIFA 2026 arranca a 11 de junho, com a cerimónia de abertura na Cidade do México e o México frente à África do Sul. O evento marca o primeiro Mundial a realizar-se em três países: México, Canadá e EUA.
Os preços elevados dos bilhetes geram críticas e a abertura fica também marcada pela controvérsia geral. No entanto, a organização tenta manter o foco no espetáculo e no futebol, apesar das greves de professores na Cidade do México que aumentam a tensão social.
Na dita semana, o comissário Glenn Micallef referiu, ao Europe Today, a aposta num Mundial repleto de emoção e disse que muitos países da UE vão acompanhar a competição com interesse nas 16 selecções europeias.
Salvaguardas para novos membros e o impacto político
Um documento conjunto de Alemanha, França, Países Baixos, Bélgica e Luxemburgo defende cláusulas de salvaguarda nos tratados de adesão para reprimir violações do Estado de direito. Propõe sanções rápidas, incluindo suspensão de fundos e de direitos de voto.
Prevê-se ainda limitar temporariamente o poder de veto dos novos membros para evitar bloqueios em decisões prioritárias. A UE pretende manter a capacidade de agir sem comprometer a adesão futura.
O tema deverá constar do relatório anual da Comissão sobre a Albânia, com votação prevista na próxima semana em plenário dos eurodeputados. Esperam-se alterações de última hora em relação ao escândalo relatado.
Também em foco
- Ursula von der Leyen recebe o primeiro-ministro da Noruega, Jonas Gahr Støre, em Bruxelas.
- Michael McGrath, comissário da Justiça, reúne-se com organizações da sociedade civil em Zagreb.
Contribuíram para esta edição Jorge Liboreiro, Luca Bertuzzi e Eleanora Vasques.
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