- O Campeonato do Mundo FIFA de 2026 arranca a 11 de junho, com a cerimónia de abertura na Cidade do México e o jogo inaugural entre o México e a África do Sul.
- O evento tem gerado polémica devido aos preços elevados dos bilhetes, com protestos na Cidade do México; o árbitro somali Omar Artan chegou a ser impedido de entrar nos EUA.
- Cinco países da União Europeia defendem medidas mais duras para futuros membros, incluindo cláusulas de salvaguarda para reprimir violações do Estado de direito e sanções rápidas.
- Propõe‑se ainda restringir temporariamente o poder de veto de novos membros para evitar blocos em decisões de alta prioridade.
- O relatório anual sobre os progressos da Albânia no processo de adesão deverá ser votado na próxima semana em sessão plenária do Parlamento Europeu, com possíveis alterações relacionadas com o caso em questão.
O Campeonato do mundo FIFA 2026 arranca a 11 de junho, com a cerimónia de abertura na Cidade do México e o México frente à África do Sul. O evento marca o primeiro Mundial a realizar-se em três países: México, Canadá e EUA.
Os preços elevados dos bilhetes geram críticas e a abertura fica também marcada pela controvérsia geral. No entanto, a organização tenta manter o foco no espetáculo e no futebol, apesar das greves de professores na Cidade do México que aumentam a tensão social.
Na dita semana, o comissário Glenn Micallef referiu, ao Europe Today, a aposta num Mundial repleto de emoção e disse que muitos países da UE vão acompanhar a competição com interesse nas 16 selecções europeias.
Salvaguardas para novos membros e o impacto político
Um documento conjunto de Alemanha, França, Países Baixos, Bélgica e Luxemburgo defende cláusulas de salvaguarda nos tratados de adesão para reprimir violações do Estado de direito. Propõe sanções rápidas, incluindo suspensão de fundos e de direitos de voto.
Prevê-se ainda limitar temporariamente o poder de veto dos novos membros para evitar bloqueios em decisões prioritárias. A UE pretende manter a capacidade de agir sem comprometer a adesão futura.
O tema deverá constar do relatório anual da Comissão sobre a Albânia, com votação prevista na próxima semana em plenário dos eurodeputados. Esperam-se alterações de última hora em relação ao escândalo relatado.
Também em foco
- Ursula von der Leyen recebe o primeiro-ministro da Noruega, Jonas Gahr Støre, em Bruxelas.
- Michael McGrath, comissário da Justiça, reúne-se com organizações da sociedade civil em Zagreb.
Contribuíram para esta edição Jorge Liboreiro, Luca Bertuzzi e Eleanora Vasques.
Entre na conversa da comunidade