- As receitas das empresas públicas não financeiras cresceram 7,6% em 2025, para 23,6 mil milhões de euros, mas os gastos subiram 10,4%, para 25,6 mil milhões de euros.
- O setor da saúde continua a ser o principal responsável pelos prejuízos, com números negativos de 2,4 mil milhões de euros.
- No conjunto, os prejuízos líquidos das empresas públicas não financeiras passaram de 1,25 mil milhões de euros para 2,03 mil milhões de euros em 2025.
- A Unidade Técnica de Apoio Orçamental destaca que o aumento dos gastos foi significativamente superior ao crescimento da receita nesse ano.
- AInspeção Geral de Finanças realizou ações de controlo que incidiram sobre um universo de 1.003,7 milhões de euros, envolvendo a avaliação da sustentabilidade económico-financeira do setor.
As receitas das empresas públicas não financeiras do estado cresceram 7,6% em 2025, totalizando 23,6 mil milhões de euros. Contudo, os gastos avançaram 10,4%, fixando-se em 25,6 mil milhões. O setor da saúde é apontado como principal responsável pelo défice.
A apreciação económico-financeira da Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) indica que o aumento dos gastos foi mais expressivo do que o da receita. No conjunto, os resultados líquidos registaram um agravamento, passando de 1,25 mil milhões de euros negativos para 2,03 mil milhões negativos.
Os dados oficiais destacam ainda um conjunto de ações de controlo da Inspeção Geral de Finanças. Este trabalho abrange 1003,7 milhões de euros, com avaliação da sustentabilidade económica e financeira do setor.
Contas em foco: setor da saúde e pagamentos a fornecedores
Na Conta Geral do Estado de 2025, destaca-se a validação de pagamentos de dívidas a fornecedores referentes a entradas de capital em 42 entidades públicas empresariais do setor da saúde, num total de 976 milhões de euros. Foram excluídos 506,8 mil euros por falta de evidência de conformidade com os critérios.
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