- Em maio, Portugal recebe todos os supervisores europeus da área dos seguros para uma reunião de alto nível.
- Os responsáveis vão ficar hospedados em Lisboa e o anfitrião pretende levá-los de autocarro até à sede, na Avenida da República.
- Não há verba para alugar o autocarro e é preciso autorização do ministro das Finanças, o que complicaria a organização.
- Gabriel Bernardino, presidente da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões, criticou a gestão financeira, dizendo que é tudo menos independência.
- A ASF pediu no Parlamento um novo regime para simplificar estas questões.
Em Portugal, a reunião de alto nível reúne supervisores europeus dos seguros, prevista para maio. A comitiva será alojada na hotelaria lisboeta, com o anfitrião a planear o transporte em autocarro até a sua sede, na Avenida da República. A ideia, entretanto, depende de aprovações administrativas.
Gabriel Bernardino, presidente da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF), denuncia entraves orçamentais que impedem a viabilização do transporte. Segundo o responsável, não há verba disponível nem autorização imediata para contratar o autocarro.
O líder da ASF sustenta que, para concretizar a operação, é necessária aprovação do ministro das Finanças. Em 2025, não foi necessário recorrer a serviço idêntico, o que agrava a perceção de ausência de racionalidade na gestão.
Impedimentos administrativos e custos
A complexidade reside na exigência de luz verde ministerial para qualquer serviço de aluguer de autocarro que não tenha sido contratado no ano anterior. O cenário atual levanta dúvidas sobre a viabilidade logístico-financeira da receção dos representantes europeus.
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