O Primeiro-Ministro Luís Montenegro admitiu que Portugal poderá registar défice em 2026 devido a uma situação de excecionalidade associada aos impactos de tempestades e à crise energética. A declaração foi feita na quinta-feira, 19 de março, em Lisboa.
O Governo sublinha que manterá o equilíbrio nas contas públicas, mesmo diante de um cenário adverso. Montenegro garantiu que a sustentabilidade da economia permanece prioritária e que serão previstas medidas para mitigar efeitos no orçamento.
Segundo o líder do Executivo, o enquadramento de excecionalidade justifica a possibilidade de défice em 2026, sem comprometer o compromisso com a estabilidade financeira. O Governo está atento a condições internacionais que podem afetar a economia.
Contexto económico
A crise energética e as tempestades recentes têm impactado a atividade económica, indicam fontes oficiais. O Governo afirma que ações adequadas poderão atenuar os efeitos e preservar a estabilidade orçamental.
Montenegro acrescentou que o cenário de excecionalidade deverá constar da elaboração do Orçamento do Estado para 2026. O objetivo, reforçou, é assegurar crescimento económico sustentável.
Entre na conversa da comunidade