- O tratamento de choque é visto, por vezes, como solução rápida para problemas complexos.
- Pode trazer consequências indesejadas e comprometer mudanças sustentáveis a longo prazo.
- É fundamental avaliar o contexto, os riscos e as repercussões antes de optar por medidas drásticas.
- A comunicação imediata pode gerar instabilidade e falta de confiança; abordagens mais suaves costumam ser mais estáveis.
- Propõe-se diálogo, planeamento e ações graduais para alcançar resultados duradouros.
O tratamento de choque é apresentado por Bruno Prata como uma estratégia que promete resultados rápidos, mas pode ter consequências indesejadas a longo prazo. A discussão aponta para efeitos não previstos que podem afetar o sistema.
Bruno Prata reforça que intervenções abruptas tendem a desconsiderar o bem-estar do sistema ou da organização, tornando crucial avaliar contextos, riscos e repercussões antes de optar por medidas radicais.
Segundo o autor, há uma resistência natural às mudanças que pode ser superada com estratégias mais suaves e bem planeadas. A rapidez de resultados não deve sobrepor a estabilidade e a confiança dos envolvidos.
Por isso, defende-se repensar a prática e explorar alternativas que envolvam diálogo, planejamento e ações graduais. A ideia é alcançar mudanças duradouras sem os efeitos colaterais de intervenções abruptas.
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