- Dois terços das pessoas com cancro já não morrem de cancro, mas não haverá vacina; o foco é rastreio, prevenção, controlo e informação.
- O diretor do IPATIMUP, Manuel Sobrinho Simões, sublinhou que não podemos falar em cura, mas sim em controlo, com cada caso e cancro a ter especificidade.
- A iniciativa “Tratar o Cancro por Tu” soma 24 sessões e mais de 3.500 participantes; inicia nova edição em várias cidades para tornar a linguagem sobre a doença mais acessível.
- O rastreio permite antecipar 40% dos casos; nos restantes 60% há cada vez mais situações que se conseguem controlar; 70% das mortes por cancro da mama não ocorrem.
- As sessões vão abordar prevenção, deteção precoce e tratamento, com visitas a Matosinhos, Guarda, Évora, Viana do Castelo, Guimarães e Angra do Heroísmo, e a inauguração em Matosinhos conta com Elisabete Weiderpass, diretora da IARC.
Foi anunciada a quinta edição do ciclo Tratar o Cancro por Tu, uma iniciativa do IPATIMUP. O objetivo é esclarecer o público sobre prevenção, rastreio e controlo do cancro, sem promessa de cura.
Segundo Manuel Sobrinho Simões, o diretor do IPATIMUP, dois terços das pessoas com cancro já não morrem por causa da doença. O ciclo vai decorrer em várias cidades de norte a sul do país até 12 de março.
Detecção precoce e controlo
O evento destaca que, embora não exista vacina, o rastreio e a prevenção são centrais para reduzir a mortalidade. A iniciativa promove informação acessível sobre o impacto da doença, alimentação e mudanças de estilo de vida.
Regiões e datas
A sessão de abertura realiza-se em Matosinhos, com a presença da diretora da IARC, Elisabete Weiderpass. Em cada cidade, vão abordar temas como a deteção precoce, o papel da hereditariedade, ambiente, comportamento e diagnóstico.
Conteúdos e objetivos do ciclo
Ao longo de 24 sessões já realizadas, mais de 3.500 participantes já passaram pelo ciclo em 15 cidades. A nova edição foca a prevenção, deteção precoce e tratamento do cancro, com workshops e palestras.
Perspetivas de acesso a tratamentos
A iniciativa aborda também o acesso a medicamentos inovadores e as vias para obtenção de tratamentos de precisão, com foco na informação para cidadãos. A organização sublinha a importância de clarificar conceitos para reduzir tabus.
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