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Jovem internada no IPO do Porto morre junto da família

Jovem de vinte e três anos, com cancro e aspergilose invasiva, morre no IPO do Porto na manhã de Natal, após pneumonia impedir.Exames

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Ângela Pereira morreu no dia de Natal, no IPO do Porto
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  • Ângela Pereira, 23 anos, natural de Viana do Castelo, estava internada no IPO do Porto com cancro e aspergilose invasiva, e morreu na manhã de Natal devido à progressão da pneumonia.
  • Antes do falecimento, a pneumonia dificultou a continuidade de exames e tratamentos programados; a família esteve junto à jovem durante a noite de Natal.
  • Foi contatada ajuda internacional, incluindo contactos com médicos em Manchester, que tinham mostrado disponibilidade para colaborar no tratamento.
  • Em semanas anteriores, houve uma tentativa de tratamento com resultados de exames que chegaram a ser positivos, sugerindo melhoria da infeção fúngica, antes do agravamento da pneumonia.
  • A aspergilose invasiva é uma doença com elevada mortalidade entre pacientes imunocomprometidos, como quem sofre de cancro, e pode exigir contatos e cooperação entre serviços de saúde nacionais e internacionais.

Ângela Pereira, de 23 anos, natural de Viana do Castelo, estava internada no IPO do Porto a lutar contra um cancro e uma aspergilose invasiva. A pneumonia agravou-se nos últimos dias, levando-a a não resistir.

A jovem foi hospitalizada no IPO do Porto, onde recebia tratamento desde há semanas. Durante a noite de Natal manteve-se cercada pela família, que tentou facilitar contactos com especialistas em Manchester para obter ajuda.

Apesar de avanços recentes em exames que alegraram a família, a piora da pneumonia tornou inviável continuar os tratamentos. Ângela faleceu na manhã do dia de Natal, rodeada pelos que a acompanhavam.

Contexto médico e desfechos

O aspergiloma invasivo é uma massa de fungos com alta taxa de mortalidade, especialmente em pacientes oncológicos. Em Portugal, o número de mortes associadas a cancros supera 29 mil por ano, com várias causas associadas a infecções respiratórias.

A aspergilose resulta da inalação do fungo Aspergillus e pode afetar o trato respiratório. Em pessoas imunocomprometidas, o risco de infeção é elevado, e o diagnóstico exige diagnóstico laboratorial e tratamento intensivo.

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