- O Club Sport Marítimo lamenta a situação na Venezuela após os sismos, manifestando a sua solidariedade ao povo venezuelano.
- A nota oficial menciona perdas humanas, destruição e sofrimento para milhares de famílias em várias regiões do país.
- O país regista já mais de 900 óbitos, com milhares de pessoas ainda desaparecidas.
- O Marítimo destaca a forte ligação com a comunidade madeirense que vive na Venezuela.
- Muitos madeirenses emigraram para aquele país entre as décadas de quarenta e oitenta, fortalecendo essa relação.
O Club Sport Marítimo emitiu uma nota oficial no seu site, expressando solidariedade com o povo venezuelano após os sismos que atingiram o país. A entidade desportiva descreve a tragédia como fonte de perdas humanas, destruição e sofrimento para milhares de famílias, sem detalhar números atualizados.
Segundo o clube, o sismo provocou vítimas e deixou dezenas de pessoas em situação de vulnerabilidade. A comunicação vem no âmbito institucional, sem indicar ações específicas de apoio, mas reforçando o compromisso com a população afetada.
A diretiva do Marítimo sublinha a ligação entre o clube e a comunidade madeirense que reside na Venezuela, fruto de uma emigração significativa ocorrida entre as décadas de 1940 e 1980. Através deste gesto, o clube reforça a proximidade com os emigrantes e com as famílias afetadas pela tragédia.
Ligação à comunidade madeirense
A relação histórica entre o Marítimo e a Madeira e a presença de madeirenses na Venezuela são citadas como contexto para a solidariedade. O texto oficial não detalha ações de apoio concreto, limitando-se a manifestar empatia pelo sofrimento causado pelo sismo.
Entre na conversa da comunidade