- O processo de indemnização das vítimas do elevador da Glória mantém-se em curso, com pagamentos já efetuados e outras compensações em negociação; a demora é apresentada como normal pelo vice-presidente da Câmara de Lisboa, Gonçalo Reis.
- O descarrilamento ocorreu a 3 de setembro e deixou 16 mortos e mais de 20 feridos, nacionais de várias origens.
- Estão em curso duas auditorias: interna, realizada pela Carris, e externa, encomendada ao Centro de Apoio Tecnológico à Indústria Metalomecânica (CATIM).
- A administração da Carris vai reunir-se com vereadores da oposição e deputados municipais para prestar, de forma transparente, esclarecimentos sobre o processo e as medidas em curso.
- O Partido Socialista pediu informações sobre quantas vítimas já foram indemnizadas; a Câmara sustenta que as auditorias não são secretas e que os relatórios estão a ser analisados tecnicamente pela administração.
O processo de indemnização às vítimas do acidente com o elevador da Glória mantém-se em curso, com algumas compensações já pagas e outras ainda em negociação. A Câmara de Lisboa considera a morosidade natural, segundo o vice-presidente Gonçalo Reis (PSD).
Reis afirmou, na reunião pública da edilidade, que há casos em que os valores variam, e que algumas indemnizações ainda não estão fechadas. O objetivo é assegurar compensações justas, sem adiantar números.
O acidente, ocorrido a 3 de setembro, provocou 16 mortos e mais de 20 feridos, entre nacionais e estrangeiros. Passados cerca de 10 meses, há divergências sobre auditorias e apoio às vítimas, com o PS a exigir mais clarificações.
Auditorias em curso e próximas etapas
O vice-presidente destacou que estão em curso uma auditoria interna pela Carris e uma auditoria externa ao CATIM, realizadas para apurar as causas. Os relatórios estão em fase de análise técnica pela administração da Carris.
Gonçalo Reis acusou o PS de aproveitamento político, garantindo que as indemnizações estão a ser atribuídas e que as auditorias são técnicas e transparentes. As conclusões finais ainda não são conhecidas.
A Câmara prevê ainda apresentar soluções técnicas para o elevador nos próximos meses. Além disso, a administração da Carris vai reunir-se com a oposição e com os deputados municipais para explicar o processo com transparência.
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