- André Ventura, líder do Chega, afirmou que Montenegro travou negociações entre a ministra do Trabalho e o Chega sobre a descida da idade da reforma.
- Ventura disse ainda que é necessário esperar, pois as negociações ainda estão longes de conclusão, e rejeitou a realização de eleições.
- O Chega afirma que o ministro das Finanças, João Leão, e o primeiro-ministro, António Costa, “estão a fazer tudo para que o Orçamento de Estado não seja chumbo” e que o partido não vai chumbá-lo.
- Ventura garantiu aos jornalistas na Assembleia da República que o Chega “não vai chumbar o Orçamento de Estado” e que vão “fazer o que for preciso” para que seja aprovado.
- O discurso repete-se várias vezes na entrevista: o Chega não pretende chumbar o Orçamento de Estado e pretende apoiar a sua aprovação.
O líder do Chega, André Ventura, afirmou que o ministro das Finanças, João Leão, e o primeiro-ministro António Costa estão a trabalhar para evitar que o Orçamento de Estado seja chumbado, e que o partido não tem intenção de o rejeitar. A declaração ocorreu na Assembleia da República, na sequência de questões sobre a descida da idade da reforma.
Ventura alega ainda que Montenegro travou negociações entre a ministra do Trabalho e o Chega sobre a redução da idade de reforma, levantando a hipótese de desentendimentos dentro do arco governamental. O objetivo, segundo o líder do Chega, é que as negociações avancem com base em entendimentos entre as partes.
O Chega deixou claro que não vai chumbar o Orçamento de Estado e que, nesse aspeto, mantém compromisso com a aprovação do documento. Foram igualmente sugeridas tomadas de posição para que o OE siga o caminho da sua aprovação, sem interrupções.
Questionado sobre o futuro do acordo orçamental, Ventura repetiu que o partido pretende colaborar para que o OE seja aprovado, sem indicar qualquer intenção de impedir a sua tramitação. A posição do Chega mantém-se firme quanto à necessidade de entendimento entre as partes envolvidas.
Aguarda-se a evolução das negociações no Parlamento, com atenção às próximas reuniões e a possíveis cenários de mudança de posição entre governo, titulares de ministérios e a bancada do Chega.
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