- Keir Starmer anunciou a demissão do cargo de primeiro-ministro, dizendo ter informado o rei Carlos III.
- O líder trabalhista pediu ao Comité Executivo Nacional que defina o calendário da liderança, com candidaturas entre 9 e 16 de julho.
- Se houver eleições no partido, o objetivo é encontrar um novo líder antes do regresso dos trabalhos parlamentares em setembro.
- Starmer manterá o cargo até ao fim do processo e garantiu apoio total ao seu sucessor para uma transição ordenada.
- Em Downing Street, destacou realizações do mandato, nomeadamente uma economia mais robusta e salários acima da inflação.
Keir Starmer confirmou nesta manhã a demissão do cargo de prime-ministro, em frente ao número 10 de Downing Street, após ter informado o rei Carlos III. A decisão foi anunciada na presença de jornalistas, após meses de especulação sobre o futuro político do líder do Labour.
Starmer explicou que consultou o seu partido para avaliar se era a pessoa mais indicada para liderar o país e o partido nas próximas eleições gerais, e afirmou ter aceite a resposta com tranquilidade. O objetivo é manter o país em primeiro plano, segundo as palavras do líder.
Foi indicado ao Comité Executivo Nacional do Labour que estabeleça o calendário para a corrida à liderança, com candidaturas abertas entre 9 e 16 de julho. Caso haja eleições internas, o objetivo é eleger um novo líder antes do regresso aos trabalhos parlamentares em setembro.
O primeiro-ministro disse que vai permanecer no cargo até concluir o processo de liderança e assegurou uma transição de poder ordenada, oferecendo apoio total ao eventual sucessor. O discurso de despedida recordou ainda realizações do governo desde a sua entrada em funções.
Desdobramentos: a imprensa aguarda o início formal do processo de liderança e a agenda para o período de transição, incluindo a eventual nomeação de um novo chefe de governo e a gestão de agenda parlamentar. A atualização continua em desenvolvimento.
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