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Seguro é visto como melhor que Marcelo; maioria exige mais exigência ao Governo

Maioria vê Seguro como melhor que Marcelo, mas pede maior escrutínio ao Governo, à oposição e ao Chega, segundo sondagem

António José Seguro deve ser mais exigente com o Governo e partidos da oposição, consideram inquiridos
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  • 56,7% dos inquiridos defendem que António José Seguro deve ser mais exigente e fiscalizador face ao Governo, aos partidos da oposição e ao Chega; 32,2% preferem uma postura mais cooperante.
  • Quanto à relação com a oposição, 51,6% acham que o Presidente deve exercer maior escrutínio, enquanto 34,6% defendem um papel de apoio.
  • Em relação ao Chega, 53,7% entendem que Seguro deve ser mais exigente, e 24,8% acham que deveria ajudar o partido a aperfeiçoar propostas.
  • Em comparação com Marcelo Rebelo de Sousa, quase 40% não veem grandes diferenças entre os dois; 28,9% consideram Seguro melhor que o antecessor, e 16,3% discordam.
  • A sondagem da Intercampus, realizada entre 10 e 16 de junho junto de 609 portugueses com 18 ou mais anos, tem margem de erro máxima de 4% e taxa de resposta de 55,3%.

O seguro visto como melhor que Marcelo, mas maioria quer mais exigência ao Governo e à oposição. A sondagem da Intercampus para o Jornal de Negócios, Correio da Manhã, CMTV e NOW foi realizada entre 10 e 16 de Junho, quando o Presidente da República contava cerca de três meses e meio em funções.

56,7% dos inquiridos entendem que António José Seguro deve ser mais exigente e fiscalizador no relacionamento com o executivo. 32,2% defendem uma postura mais cooperante para apoiar decisões governamentais.

Na relação com os partidos da oposição, 51,6% desejam maior escrutínio por parte de Seguro, enquanto 34,6% defendem um papel de apoio. Com o Chega, a diferença é ainda maior: 53,7% querem maior exigência, frente a 24,8% que defendem ajudar o partido a aperfeiçoar propostas.

O estudo surge após a divulgação do relatório Presidência Aberta no início de Abril, relativo às zonas afetadas pelo comboio de tempestades, e após o discurso de 10 de Junho, em que o Presidente pediu coragem para decisões difíceis.

Quase metade dos portugueses (mais de 45%) acredita que Seguro já corresponde às expectativas de eleição, com uma fatia próxima a 30% a considerar o desempenho melhor do que o esperado. 15% julgam que tem sido pior, e 11% não responderam.

Comparação com Marcelo Rebelo de Sousa

Entre os que responderam, não há diferença significativa entre Seguro e Marcelo Rebelo de Sousa para quase 40% dos inquiridos. 28,9% avaliam Seguro como melhor que o antecessor, e 16,3% contestam essa perspetiva.

Segundo a análise, o saldo de opiniões positivas sobre o desempenho de Seguro é aproximadamente o dobro do negativo. O estudo baseou-se em 609 entrevistas telefónicas junto de residentes na Portugal Continental com 18 anos ou mais, com margem de erro de 4% e taxa de resposta de 55,3%.

Os resultados coincidem com outra sondagem da mesma casa, publicada recentemente, que aponta o PS na dianteira das intenções de voto entre 10 e 16 de Junho, seguido pelo Chega e pela coligação PSD/CDS.

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