- O primeiro-ministro Luís Montenegro encerrou o 43.º Congresso Nacional do PSD em Aveiro, relembrando a declaração sobre a idade da reforma.
- Afirmou que baixar a idade de reforma hoje significaria cortar pensões amanhã e reiterou o compromisso de demitir-se se tal medida fosse tomada.
- O discurso ocorreu dias depois de o pacote laboral ter sido chumbado pelo Governo e do Chega ter votado contra a revisão.
- A Comissão Política Nacional proposta por Montenegro ficou eleita com 88% dos votos, incluindo novidades como Pedro Duarte, Carlos Moedas e Sebastião Bugalho.
- Montenegro foi reeleito presidente do PSD com 94,8% dos votos em eleições diretas (cerca de 27% de participação); no primeiro dia, a moção estratégica foi aprovada por unanimidade.
O primeiro-ministro Luís Montenegro encerrou o 43.º Congresso Nacional do PSD, em Aveiro, mantendo o foco no tema da idade da reforma. Em tom firme, explicou que manterá o compromisso de não reduzir pensões, sob pena de deixar o cargo caso tal medida fosse tomada.
Durante o discurso, Montenegro revisitou uma promessa feita na campanha eleitoral de nunca aceitar cortes nas pensões. Reforçou que o pagamento das pensões não pode ser colocado em causa pela política de reformas.
A reunião, que decorreu este fim de semana, também testemunhou a eleição da equipa da Comissão Política Nacional para o mandato seguinte. A lista proposta por Montenegro recebeu 88% dos votos.
No âmbito das eleições diretas, Montenegro foi reeleito presidente do PSD a 30 de maio, com 94,8% dos votos e participação de cerca de 27% dos eleitores inscritos, em ambiente sem oposição interna.
No primeiro dia do congresso, no entanto, uma moção de estratégia global intitulada Trabalho – Fazer Portugal Maior foi aprovada por unanimidade, segundo informações do partido.
Entre na conversa da comunidade