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Montenegro não desiste de tornar o país competitivo e confia na ministra

Montenegro mantém total confiança na ministra do Trabalho e afirma que o Governo não desistirá de tornar Portugal mais competitivo, mesmo com o chumbo da reforma laboral

Luís Montenegro sublinhou que mantém total confiança na ministra do Trabalho
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  • O primeiro-ministro, Luís Montenegro, afirmou que não vai desistir de tornar Portugal mais competitivo e de criar melhores salários.
  • Disse ter total confiança na ministra do Trabalho, Maria do Rosário Palma Ramalho, salientando que ela apenas apresentou as propostas do Governo.
  • As negociações com o Chega foram sérias e profundas, mas a proposta de reduzir a idade da reforma foi o principal entrave, levando ao chumbo do pacote laboral.
  • Montenegro considerou inviável a proposta que alterava a sustentabilidade das pensões, por temer impactos no pagamento futuro das reformas.
  • Propôs debater o tema no Parlamento e sugeriu a criação de uma comissão para aprofundar a matéria e o seu impacto financeiro, mas o Chega não aceitou.

A proposta de reforma laboral apresentada pelo Governo foi rejeitada no Parlamento, após negociação com o Chega ter ficado marcada por divergências. O primeiro-ministro lamentou o chumbo, destacando a prioridade de manter o país competitivo e com melhores salários. A rejeição decorreu da oposição à redução da idade da reforma.

A liderança do executivo aponta que o objetivo central continua válido: criar condições para mais emprego, maior produtividade e salários mais elevados. A decisão de não avançar com alterações na Segurança Social foi citada como fator determinante para o desfecho.

Montenegro afirmou manter total confiança na ministra do Trabalho, Maria do Rosário Ramalho, ao evidenciar que as propostas partiram do Governo. O Chega considerou a negociação séria, mas a emergência de mexer na idade da reforma foi o entrave principal.

Contexto do desfecho

O primeiro-ministro explicou que a proposta envolvia mudança na sustentabilidade da Segurança Social. A ideia era viabilizar alterações sem comprometer o pagamento futuro de pensões, o que o Chega não aceitou, levando ao rechaço no Parlamento.

Montenegro indicou ainda que propôs criar uma comissão no Parlamento para aprofundar o tema e avaliar impactos financeiros, sem decisões precipitadas. Não houve acordo entre o Governo e o partido de André Ventura.

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