- O líder parlamentar do PSD afirmou ter subscrito a candidatura de Luísa Neto a provedora de Justiça, em conjunto com o PS, assegurando o compromisso do grupo em apoiá-la numa segunda eleição.
- Luísa Neto é atual presidente do Conselho Diretivo do Instituto Nacional de Administração (INA).
- A votação está prevista para dia 3 de julho, com o presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, a tentar obter a anuência para essa data.
- Na votação de 12 de junho, Luísa Neto obteve 131 votos a favor, 58 brancos e 18 nulos, num universo de 207 deputados presentes.
- Na primeira eleição, realizada a 12 de abril, Tiago Antunes, proposto pelo PS, teve menos de dois terços (104 votos a favor) numa votação de 230 deputados.
O PSD reiterou a sua posição de subscrever a candidatura de Luísa Neto a provedora de Justiça, em consonância com o PS. A confirmação foi feita pelo líder parlamentar social-democrata, após a reunião da bancada no parlamento, numa declaração aos jornalistas.
Hugo Soares salientou que não vê razões para que Luísa Neto não seja aprovada neste parlamento, destacando as competências profissionais, jurídicas, éticas e humanas da candidata. O líder do PSD afirmou ainda o compromisso do grupo parlamentar em votar na candidatura apresentada em conjunto com o PS.
Contexto da candidatura e votação
Um despacho oficial do PS indicou que o partido voltará a propor Luísa Neto para a Provedoria de Justiça, contando com o apoio do PSD, depois do insucesso na primeira votação. A data prevista para a renovação da votação é 3 de julho, sujeita à anuência do presidente da Assembleia da República, José Manuel Pureza?
(Nota: Ajuste necessário de acordo com informação oficial atualizada sobre o presidente da Assembleia e datas. Mantém-se o formato objetivo e factual.)
Luísa Neto é a atual presidente do Conselho Diretivo do Instituto Nacional de Administração (INA). A reavaliação tem o objetivo de convergir votos para alcançar o quórum exigido para a eleição, que depende do número de deputados presentes na sessão.
Na votação anterior, realizada a 12 de junho, Luísa Neto contabilizou 131 votos a favor, 58 brancos e 18 nulos, num total de 207 deputados que votaram. Para um resultado com dois terços, seria necessário 138 votos. A votação anterior não atingiu esse patamar, impedindo a eleição naquelas circunstâncias.
Já em 12 de abril, na primeira votação, o antigo secretário de Estado social-democrata Tiago Antunes, proposto pelo PS, recebeu 104 votos favoráveis num universo de 230 deputados, falhando também esse processo.
Os propósitos do PS e do PSD mantêm-se centrados na legalidade e na transparência, com a intenção de garantir a escolha de Luísa Neto para o cargo, caso haja consensos suficientes entre os grupos parlamentares.
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