- O Governo lançou um concurso público internacional de cerca de 3 milhões de euros para assegurar a distribuição diária de jornais em papel no território continental, garantindo entrega de segunda a domingo.
- O processo, lançado a 2 de junho de 2026, está sob a responsabilidade do ministro da Presidência, António Leitão Amaro, e envolve a Estrutura de Missão para a Comunicação Social (Portugal Media Lab).
- A Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) juntou-se ao modelo para assegurar que a distribuição chegue ao leitor final, com apoio financeiro do Estado de 3.500 euros por estabelecimento em concelhos com até 5 mil habitantes e 2.500 euros entre 5 e 10 mil; pode haver reforço de até 20% pelas autarquias.
- O concurso divide-se em dois lotes geográficos—Norte/Centro e Oeste, Vale do Tejo, Grande Lisboa, Setúbal, Alentejo e Algarve—e exige pelo menos um ponto de venda por município.
- As candidaturas vão até 28 de julho através da plataforma ACIN, com o objetivo de manter a rede de distribuição, pontos de venda e leitores ativos em zonas de baixa densidade populacional.
O Governo abriu um concurso público internacional, de cerca de 3 milhões de euros, para assegurar a distribuição diária de jornais em papel em Portugal Continental. O objetivo é manter o acesso à imprensa em locais de baixa densidade populacional, com entrega de segunda a domingo.
O processo, lançado a 2 de junho de 2026, é orientado pelo ministro da Presidência, António Leitão Amaro. A gestão operacional cabe à Estrutura de Missão para a Comunicação Social, o PortugalMediaLab, que procura estabilizar a rede de distribuição.
A Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) junta-se ao modelo, garantindo que a distribuição chegue ao leitor final. O financiamento estatal prevê 3500 euros por estabelecimento em concelhos até 5 mil habitantes e 2500 euros entre 5 e 10 mil.
Há ainda um reforço possível de até 20% pelas autarquias para apoiar as bancas e lojas de imprensa locais. O concurso CP/2885/2026 divide-se em dois lotes geográficos: Norte/Centro e Oeste, e áreas como Lisboa, Setúbal, Alentejo e Algarve.
O objetivo é assegurar pelo menos um ponto de venda por município, com avaliação equilibrada entre preço e capacidade de manter uma rede de distribuição em zonas desprovidas de maior densidade populacional. As candidaturas decorrem até 28 de julho na plataforma ACIN.
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