- Donald Trump anunciou um acordo entre os Estados Unidos e a República Islâmica do Irão para pôr fim à guerra iniciada em Fevereiro, com a assinatura marcada para sexta-feira, 19 de Junho, numa cerimónia na Suíça.
- O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, confirmou o acordo, garantindo a cessação imediata de operações militares em todas as frentes, incluindo no Líbano.
- A televisão estatal iraniana afirma que o Irão forçou os EUA a aceitarem o acordo de paz e anuncia a reabertura do estreito de Ormuz.
- O Presidente norte-americano autorizou, com efeitos imediatos, a abertura livre do estreito de Ormuz e o levantamento do bloqueio naval dos Estados Unidos, facilitando a passagem de navios e petróleo.
- O Irão deverá emitir um comunicado oficial do Conselho Supremo de Segurança Nacional; o tráfego marítimo no golfo Pérsico e no estreito de Ormuz passará a ser regulado pelo Irão, em coordenação com Omã.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que Washington e o Irão chegaram a um acordo para pôr fim à guerra que envolve ambos os países desde Fevereiro. A confirmação surgiu na noite de domingo e foi reiterada pelo primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, que tem atuado como mediador do conflito.
Segundo Trump, o acordo está concluído e prevê a abertura livre de tarifas do estreito de Ormuz, bem como o levantamento imediato do bloqueio naval dos EUA. O anúncio realça ainda a intenção de permitir a navegação internacional sem obstáculos, com o fluxo de petróleo a depender de normalização.
Sharif, pela via da rede social X, mostrou-se satisfeito com o alcance do acordo de paz entre os dois países. Ambas as partes teriam aceitado cessar as operações militares de forma imediata e permanente, incluindo confrontos no Líbano.
A televisão estatal iraniana indicou que as autoridades iranianas exerceram pressão para que os Estados Unidos aceitassem o acordo, que deverá ser acompanhado de um comunicado oficial a ser emitido pelo Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irão.
Fars News acrescentou que o tráfego marítimo no golfo Pérsico e no estreito de Ormuz será regulado pelo Irão, em coordenação com Omã, numa gestão conjunta das rotas comerciais da região.
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