Em Alta Copa do Mundo futeboldesportoPortugalinternacionaisgoverno

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Ventura defende descida progressiva da idade da reforma

André Ventura defende descida progressiva da idade da reforma e tetos aos rendimentos de reformas; aponta condições para a Prestação Social Única

André Ventura na CMTV
0:00
Carregando...
0:00
  • O presidente do Chega, André Ventura, defendeu a descida progressiva da idade da reforma e tetos às reformas milionárias, numa entrevista à CMTV.
  • Propõe um teto de reformas de 4.500 euros líquidos, a título de comparação com países europeus, como a Espanha.
  • Critica as medidas de amamentação previstas na lei laboral, dizendo que criam dificuldades na conciliação entre vida pessoal e laboral.
  • Defende que, se o Governo propõe flexibilidade de gestão de horários, também se valorize monetariamente o trabalho em horas extra, defendendo mudanças no processo.
  • O Chega enviou ao Governo um documento com condições para a aprovação da nova Prestação Social Universal, incluindo a posição de que quem não nasceu em Portugal não deveria receber subsídios; Ventura afirmou que não houve acordo secreto sobre revisão constitucional.

O presidente do Chega, André Ventura, defendeu numa entrevista à CMTV uma redução gradual da idade da reforma e tetos às reformas superiores. A ideia foi apresentada como parte de um pacote de medidas para alterar o funcionamento do sistema público de pensões.

Ventura argumentou que o atual modelo força as pessoas a trabalhar até morrer, com rendimentos a diminuir e impostos a aumentar, e sugeriu iniciar o caminho já. Disse que, se fosse primeiro-ministro, começaria esse processo.

Sobre os tetos das reformas, indicou que o limite máximo deveria fixar-se em 4500 euros líquidos, semelhante a práticas de alguns países europeus, como a Espanha. O objetivo seria conter valores de reformas privilegiadas.

Relativamente à lei laboral, o líder do Chega comentou a inclusão de medidas de amamentação, afirmando que estas dificultam a conciliação entre vida pessoal e laboral. Recomendou avaliar impactos na prática.

No âmbito da flexibilização de horários, Ventura defendeu que o pagamento de horas extra deveria ser valorizado monetariamente, algo que, na sua perspetiva, ainda não acontece. Sinalizou espaço para ajustes nesta área.

O Chega informou ter enviado ao Governo, nesta segunda-feira, um documento com propostas para a aprovação da nova Prestação Social Única. Uma das medidas rejeitadas pelo partido é que quem não nasceu em Portugal possa receber subsídios sociais.

O documento descreve propostas simples, concretas e claras, e condiciona o avançar do apoio àquele projeto à resposta do Executivo. Caso o Governo se comprometa, o Chega avança; caso contrário, não.

Sobre a possibilidade de acordo secreto para revisão constitucional, Ventura afirmou não haver qualquer acordo nesse sentido.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais