- O primeiro-ministro afirmou que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) é o esteio do sistema de saúde, garantindo acessibilidade a cuidados para todos, mas que não é a única via a considerar, devendo aproveitar capacidades do privado e do setor social.
- Montenegro destacou que o SNS deve manter a centralidade, mas sem fechar as portas a parcerias com os setores privado e social.
- O Governo está a conjugar, hierarquizar e priorizar intervenções para assegurar a sustentabilidade financeira do sistema, num ciclo de investimentos significativo.
- Estão em curso obras relevantes, incluindo o Hospital de Todos os Santos em Lisboa, considerado essencial para a região, e a necessidade de um novo hospital no Algarve.
- Além disso, espera-se requalificar a Unidade Local de Saúde Gaia/Espinho e avançar com projetos para o Hospital do Oeste e o Hospital de Barcelos, para atender ao crescimento populacional e económico.
O primeiro-ministro afirmou que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) é o esteio da garantia de cuidados de saúde a todos, sublinhando, no entanto, a importância de tirar proveito das capacidades dos setores privado e social. A intervenção ocorreu na inauguração da unidade de ressonância cardíaca e do heliporto da Unidade Local de Saúde (ULS) de Vila Nova de Gaia/Espinho, no distrito do Porto.
Montenegro acrescentou que o SNS continua a ser a base do sistema de saúde, mas insistiu na necessidade de abrir o trabalho a outras vias. O objetivo é aproveitar as potencialidades dos três pilares do setor, sempre mantendo a centralidade do SNS.
O chefe do Governo destacou que o esforço público está submetido a uma gestão cuidadosa dos recursos e a uma priorização de intervenções com sustentabilidade financeira. Observou que, desde a tomada de posse, não foram construídos vários hospitais novos, ao contrário do que se tem vindo a defender.
Segundo o Primeiro-Ministro, estão em curso projetos relevantes, como o novo Hospital de Todos os Santos, em Lisboa, considerado essencial para a região. Paralelamente, é necessária a construção de um hospital no Algarve e a requalificação da ULS Gaia/Espinho.
Para além destes investimentos, Montenegro mencionou o Hospital do Oeste e o Hospital de Barcelos como prioridades, dada a população em crescimento e o desenvolvimento económico regional. O Governo pretende conciliar estas obras com o objetivo de melhorar o acesso a cuidados de saúde.
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