- O primeiro-ministro Keir Starmer acusou Elon Musk de tentar semear a discórdia no Reino Unido por causa do assassinato de Henry Nowak em Southampton.
- Henry Nowak, estudante de Finanças, foi esfaqueado por Vickrum Digwa, que recebeu prisão perpéta com pena mínima de 21 anos.
- Imagens de câmaras corporais mostraram o estudante deitado no chão a pedir ajuda, dizendo que não podia respirar, antes de morrer minutos depois.
- Elon Musk publicou vários comentários na plataforma X sobre a resposta da polícia ao caso.
- Starmer destacou que o Reino Unido é razoável e tolerante, e afirmou que mudanças podem ser necessárias, sem desviar-se da seriedade do caso.
Keir Starmer acusou Elon Musk de semear a discórdia no Reino Unido, após o assassinato do estudante Henry Nowak em Southampton, sul de Inglaterra. O primeiro-ministro afirmou que o povo britânico é razoável e tolerante e que o fenómeno foi usado para dividir a sociedade. A declaração ocorreu durante uma visita a York, no norte de Inglaterra.
O caso empurrou o debate público para a atuação policial. Imagens de câmara corporal mostraram Nowak a deitar-se no chão com algemas, enquanto pedia ajuda por não conseguir respirar. O estudante acabou por falecer poucos minutos depois, agitando protestos e críticas à resposta policial.
Henry Nowak morreu a 3 de dezembro de 2025, após ter sido esfaqueado por Vickrum Digwa, um jovem britânico de fé sikh. Digwa foi condenado na segunda-feira a prisão perpétua, com um mínimo obrigatório de 21 anos.
Contexto do caso
O episódio gerou grande indignação no país e levou o governo a defender mudanças nas estratégias de policiamento e na gestão de incidentes com feridos. As autoridades prometem manter a calma e apelar ao respeito pela ordem pública.
O primeiro-ministro enfatizou que o Reino Unido não se deve deixar dividir por acontecimentos trágicos. A polícia e as autoridades continuam a acompanhar os desdobramentos e as investigações relacionadas com o caso.
A ministra do Interior também manifestou condenação de protestos que surgiram a partir da morte, sublinhando a importância de respostas medidas e proporcionais por parte das forças de segurança.
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