- Pedro Passos Coelho pediu uma mobilização muito grande de sindicatos, trabalhadores, empresas, empreendedores e do Estado para enfrentar as mudanças do mercado de trabalho com a revolução tecnológica.
- Em dia de greve geral, citou um relatório da Comissão Europeia sobre produtividade em Portugal e a necessidade de melhorar a comparação com outros países europeus.
- Afirmou que os desafios não se prendem apenas com as relações laborais, exigindo propostas para tornar a economia mais produtiva e competitiva.
- Questionado sobre o comparecimento ao congresso do PSD, disse apenas ter lido o desafio e não quer responder.
- Elogiou um livro visto na Feira do Livro, que propõe “50 atitudes que fazem a diferença”, sugerindo que pode ajudar quem está no Governo, nas empresas e nas organizações a mudar de atitude.
Pedro Passos Coelho pediu mobilização do país para discutir o futuro do trabalho na era da revolução tecnológica, numa intervenção marcada pela greve geral e pela discussão sobre a reforma laboral. O objetivo é mobilizar sindicatos, trabalhadores, empresas, empreendedores e o Estado para enfrentar os últimos desafios do mercado laboral.
O ex-primeiro-ministro destacou que os problemas de produtividade em Portugal persistem, referindo um relatório da Comissão Europeia. Sustentou que é necessário mudar atitudes para tornar a economia mais produtiva e competitiva, sem limitar a análise apenas às relações laborais.
Durante a incursão na Feira do Livro de Lisboa, Passos Coelho foi questionado sobre a possibilidade de ir ao congresso do PSD. Optou por não confirmar a presença e disse ter lido o desafio sem querer responder no momento.
O apelo de Passos veio num dia de greve geral, com o próprio evento a servir de palco para enfatizar o papel da mobilização social. O foco foi ampliar o debate sobre políticas que acompanhem as transformações provocadas pela tecnologia no emprego.
Para além das críticas à governação, o ex-primeiro-ministro reforçou que o diálogo entre sindicatos, trabalhadores e empresas é essencial para que as propostas de solução promovam uma economia mais eficiente, produtiva e competitiva a longo prazo.
Ao elogiar o livro exposto na feira, Passos afirmou que a leitura pode ajudar governos, empresas e organizações a adotar atitudes mais proativas. Encerraria a participação — sem confirmar a presença no congresso do PSD — e afastou-se do espaço de forma contida.
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