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IC6 continua apenas no papel há mais de quatro décadas

IC6 permanece no papel há mais de quatro décadas; IP prevê concluir o troço Tábua–Oliveira do Hospital–Folhadosa até ao fim do ano, com avaliação ambiental

Único troço do IC6 a funcionar entre Penacova e Tábua
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  • O Itinerário Complementar 6 (IC6) permanece no papel há mais de quatro décadas, ligando Coimbra à Covilhã através do interior da Região Centro.
  • Os IC7 e IC37 arriscam regressar à fase inicial de estudos, décadas após terem sido inscritos no Plano Rodoviário Nacional.
  • A Infraestruturas de Portugal confirmou ao Jornal de Notícias que o troço TábuaOliveira do HospitalFolhadosa deverá ficar concluído até ao final deste ano, para depois seguir para avaliação de impacte ambiental.
  • Para o IC7 e o IC37, serão necessários novos estudos prévios e novos processos ambientais, após caducarem as zonas de servidão non aedificandi.
  • A caducidade dessas zonas de servidão impede, de momento, avanços sem nova tramitação administrativa.

O IC6 permanece preso ao papel há mais de quatro décadas. O trecho que deveria ligar Coimbra à Covilhã através do interior da Região Centro continua longe da obra no terreno. Enquanto isso, o IC7 e o IC37 caminham para regresso quase à fase inicial de estudos.

A Infraestruturas de Portugal confirmou ao JN que o troço entre Tábua, Oliveira do Hospital e Folhadosa deverá ficar concluído até ao fim deste ano, para seguir depois para avaliação de impacte ambiental. Os prazos, porém, continuam incertos.

Para o IC7 e o IC37, a IP indica a necessidade de novos estudos prévios e novos processos ambientais, após caducarem as respetivas zonas de servidão non aedificandi. O registo ambiental e o planeamento terão de ser reabertos.

Progresso e Desafios

A conclusão do IC6 depende de aprovação ambiental e de uma decisão sobre a viabilidade do traçado interior. O atraso persiste desde a inscrição no Plano Rodoviário Nacional nos anos 70 e 80.

O avanço do IC7 e IC37 exige nova avaliação de impactos e ajustes aos estudos preliminares. A situação das zonas de servidão impede avanços até que haja nova definição legal e de terreno.

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