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Metro de Lisboa entra em greve mais cedo: parados a partir das 23h de terça

Greve geral leva o Metropolitano de Lisboa a suspender a circulação a partir das 23h de terça e manter paralisação durante todo o dia de quarta

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  • O Metropolitano de Lisboa prevê a paralisação do serviço a partir das 23h00 de terça-feira, 2 de junho, até todo o dia 3 de junho, devido à greve geral convocada pela CGTP.
  • A normalização do serviço está prevista para as 06h30 de quinta-feira, 4 de junho.
  • O Conselho Económico e Social não fixou serviços mínimos para a circulação de composições.
  • A Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações indicou mobilização de várias empresas de transportes urbanos; os pré-avisos abrangem Metropolitano de Lisboa, Carris, Fertagus, entre outros.
  • Em dezembro de 2025, a CGTP e a UGT convocaram greve geral contra a reforma da legislação laboral, com negociações encerradas sem acordo; o Governo apresentou uma proposta de lei com mais de cinquenta alterações.

O Metropolitano de Lisboa anunciou a paralisação do serviço devido à greve geral contra o pacote laboral convocada pela CGTP. A greve afeta o Metropolitano de Lisboa, os trabalhadores e outras entidades de transportes. A medida entra em vigor na terça-feira e decorre até quarta-feira.

O serviço não irá funcionar entre as 23h00 de terça-feira e todo o dia de quarta-feira. A normalização está prevista para as 06h30 de quinta-feira, conforme comunicado da empresa.

Segundo o Conselho Económico e Social, não foram fixados serviços mínimos para a circulação de composições. A ausência de mínimos preocupa utentes e trabalhadores, segundo fontes oficiais.

José Manuel Oliveira, coordenador nacional da Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações, indicou que todas as empresas de transportes urbanos estão mobilizadas contra o pacote laboral. A mobilização envolve diversos operadores.

De acordo com a Fectrans, os pré-avisos de greve abrangem o Metropolitano de Lisboa, Carris, Carristur, Transtejo/Soflusa, Fertagus, Metro Mondego, Metro do Porto, STCP e CP, entre outros.

Em dezembro de 2025, a CGTP e a UGT convocaram uma greve geral em resposta ao anteprojeto de reforma da legislação laboral apresentado pelo Governo. Foi a primeira paralisação conjunta desde 2013.

A CGTP-IN já entregou um pré-aviso de greve geral para quarta-feira, contra alterações à lei laboral, após negociações com o Governo terminarem sem acordo. O debate legislativo continua sem conclusão.

A proposta de lei do Governo prevê mais de 50 alterações ao anteprojeto, com 12 propostas pela UGT, segundo a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social. O conteúdo mantém o foco no pacote laboral.

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