- Autarca de Castelo Branco, João Portugal, afirma que o Governo ignora o potencial do IC31 e que a obra é vital para a região.
- A ligação entre Lisboa e Madrid através do IC31 é apresentada como prioridade para o desenvolvimento económico e social local.
- Sem investimento, há risco de perda de habitantes e turistas, prejudicando o comércio e o turismo.
- A obra é considerada fundamental para a mobilidade e competitividade de Castelo Branco, sendo uma prioridade de desenvolvimento sustentável.
- O processo de aprovação e execução do IC31 é visto como lento, com necessidade de uma decisão rápida por parte do Governo.
O autarca de Castelo Branco, João Portugal, afirmou que o Governo não valoriza o potencial do IC31, uma obra que considera vital para a região. A ligação entre Lisboa e Madrid, pela via rodoviária, é apresentada como prioridade para o desenvolvimento económico e social local.
Portugal destaca que a ausência de investimento na IC31 dificulta a mobilidade de pessoas e bens, prejudicando o comércio e o turismo. A obra é descrita como essencial para a mobilidade, a competitividade e o crescimento sustentável da região.
O edil critica a demora na aprovação e execução do projeto, que já se estende há vários anos. Segundo ele, o atraso resulta na perda de oportunidades e exige uma decisão rápida e firme por parte do Governo.
Protesto ibérico exige avanço do IC31
Um protesto ibérico, ao qual participam organizações regionais, exige um avanço claro no projeto. Os manifestantes afirmam que a infraestrutura é crucial para atrair investimento e evitar a emigração de população.
Os representantes pedem que o Governo acelere as fases de estudo, financiamento e licenciamento, apresentando um cronograma concreto. A garantia de continuidade económica é apresentada como objetivo central do movimento.
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