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Conselho Nacional do Chega propõe rejeitar o pacote laboral

Chega propõe rejeitar reforma laboral e reforma do Estado, decisão tomada por unanimidade no Conselho Nacional, sinalizando rejeição parlamentar do pacote ao Governo

André Ventura no Conselho Nacional do Chega
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  • O Conselho Nacional do Chega propôs, por unanimidade, rejeitar a reforma laboral e a reforma do Estado apresentadas pelo Governo.
  • O Chega afirma que as duas reformas não podem contar com o voto favorável do partido.
  • O PS já confirmou que votará contra a reforma laboral na generalidade, o que, em conjunto com o Chega, pode levar à rejeição do diploma.
  • O Chega acusa as alterações laborais de atacarem trabalhadores e mães trabalhadoras; a reforma do Estado é apontada como facilitadora da corrupção.
  • Nas jornadas parlamentares, o líder do Chega disse que não assinará uma reforma laboral que dificulte a vida dos trabalhadores e pediu abertura a negociações.

O Conselho Nacional do Chega propôs, na quinta-feira, a rejeição da reforma laboral e da reforma do Estado apresentadas pelo Governo. A posição foi aprovada por unanimidade, segundo o partido, após a reunião do órgão máximo entre convenções.

A decisão decorre de críticas às alterações propostas pelo Executivo, com o Chega a considerar as medidas um ataque aos trabalhadores e às mães trabalhadoras. A reforma do Estado é entendida como facilitadora de corrupção, segundo a nota do partido.

Na mesma altura, o Chega indicou que a posição é firme e consolidada entre militantes, autarcas, deputados e dirigentes. A mensagem foi divulgada após a sessão realizada em Lisboa, na véspera de a concertação social ter produzido resultados contraditórios.

O Governo já tinha sido informado de dúvidas no seio da concertação social, que não contou com acordo entre as partes. O PS confirmou, em conferência de imprensa, que votará contra a reforma laboral na generalidade.

Caso o Chega e o PS votem contra, o diploma deverá ser rejeitado pelo parlamento. A expectativa é de que a matéria não obtenha maioria, dado o cenário de falta de consenso entre os parceiros sociais.

Numa intervenção recente, o líder do Chega frisou que não assinará uma reforma laboral que dificulte a vida dos trabalhadores. O Politicamente, o partido defende uma negociação mais transparente para compreender o conteúdo das propostas.

A posição do Chega mantém-se alinhada com críticas ao conteúdo da reforma laboral e da reforma do Estado, defendendo uma avaliação mais detalhada por parte do Governo antes de pedir votos, sem generalizar apoios.

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