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Governo discute expansão do Metro Mondego

Governo discute expansão do Metro Mondego para ligar Coimbra a mais concelhos, visando maior capilaridade e integração com a alta velocidade

Retoma da operação do Metro Mondego no troço suburbano Vale das Flores
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  • O Governo está a discutir a expansão do Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM), defendida pelo município de Coimbra e pela Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra (CIM).
  • O ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, disse que a expansão visa ganhar capilaridade no território e serve para melhorar a rede entre vários municípios. A viagem de metrobus assinalou um milhão de validações desde o arranque comercial, em janeiro.
  • O SMM utiliza autocarros elétricos articulados em via dedicada e hoje opera em Coimbra, Lousã e Miranda do Corvo; a CIM e vários municípios defendem avançar com a expansão, incluindo Cantanhede e Condeixa-a-Nova.
  • O ministro afirmou que o processo decorre em ligação com a rede de alta velocidade, destacando a nova estação de alta velocidade prevista para Coimbra e o plano de pormenor envolvente como elementos que potenciam a rentabilidade da rede metropolitana de metrobus.
  • Além da ligação à alta velocidade e aos aeroportos de Porto e de Lisboa, o Governo aponta para a transformação do IP3 em perfil de autoestrada e ligação à A13 em Souselas, proporcionando uma rede de ligações que dinamize Coimbra e a região, com o metrobus a facilitar o acesso entre os concelhos vizinhos.

O Governo está a avaliar a expansão do Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM), defendida pela Câmara de Coimbra e pela CIM Região de Coimbra. A intenção é aumentar a capilaridade da rede para servir melhor o território.

O ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, revelou que a expansão já está em estudo, com foco na ligação entre Coimbra, Lousã e Miranda do Corvo. A chegada de novos concelhos também está em análise, como Cantanhede e Condeixa-a-Nova.

Processo em curso e objetivos

A avaliação decorre numa altura em que o SMM já cumpre um marco de um milhão de validações desde o início da operação comercial, em janeiro. O sistema utiliza autocarros elétricos articulados em via dedicada.

Além de melhorar a cobertura, o Governo aponta que a expansão deve manter a interligação com a alta velocidade. A via rápida prevista para Coimbra e a ligação IP3-A13 em Souselas entram no planeamento para potenciar a procura pela rede metropolitana.

Impacto regional e dinâmicas locais

A visão é transformar Coimbra numa macro-região, conectando cidades vizinhas e fortalecendo a mobilidade entre universidades, tecnologia e empresas locais. A meta é criar sinergias entre o metrobus e o futuro eixo da alta velocidade.

A possibilidade de reconfigurar a rede envolve também a nova estação de Coimbra, cuja gestão passa para o município, após a assinatura de um protocolo. A medida visa otimizar a intermediação entre serviços urbanos e intermunicipais.

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