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Chega insinua saída do presidente do TC; Carneiro reage

Carneiro rejeita insinuação do Chega sobre saída do presidente do Tribunal Constitucional e defende clarificar a agenda da reforma laboral junto do Governo

O secretário-geral do Partido Socialista, José Luís Carneiro, disse que não houve contactos com o PSD a propósito do pacote laboral
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  • O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, afirmou que não cabe na cabeça de ninguém a insinuação do Chega de que o presidente do Tribunal Constitucional sairá por pressão do PS.
  • Carneiro não comentou contactos entre PSD e PS sobre a reforma laboral e disse que é preciso o Governo saber o que quer fazer agora.
  • Durante uma visita a Setúbal, o líder do PS destacou a prioridade do ensino profissional, formação e reconversão de trabalhadores para 140 mil jovens.
  • Criticou a proposta de contra-reforma laboral do Governo, defendendo que a melhoria da produtividade passa pela formação de jovens e adultos.
  • Questionado sobre o apoio do PS à reforma a seguir para o Parlamento, Carneiro manteve o foco nos jovens sem dar uma resposta direta, afirmando que os 140 mil jovens podem contar com o Partido Socialista.

O líder do PS, José Luís Carneiro, comentou a polémica criada pelo Chega sobre a possível saída do presidente do Tribunal Constitucional, defendendo que não há fundamento para essa insinuação. Refiriu ainda que não houve contactos entre o PSD e o PS sobre a reforma laboral.

Durante a visita à Escola Profissional de Setúbal, Carneiro fraturou o foco na formação profissional e na reconversão de trabalhadores, sublinhando a importância de oportunidades para jovens e a ligação entre ensino profissional e superior.

O secretário-geral socialista reiterou que, para enfrentar a produtividade, o Governo deve cuidar da formação de jovens e adultos, em vez de adotar medidas de caráter restritivo. Reforçou a prioridade de educação e qualificação para a economia.

Reforma Laboral e prioridades

Carneiro disse que a agenda do PS não é a mesma apresentada pelo executivo e destacou a necessidade de uma resposta estruturada para a competitividade. Não confirmou se o PS apoiará um projeto de reforma laboral no Parlamento.

Questionado sobre o andamento da reforma, o líder socialista afirmou que o Governo precisa definidas prioridades e que não houve consensos com o PSD sobre o tema. Afirmou que 140 mil jovens aguardam respostas.

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