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Relatório sugere morte de Juscelino Kubitschek pela ditadura

Relatório da Comissão conclui que Juscelino Kubitschek foi assassinado pela ditadura em 1976; a relatora deve aprovar a retificação da certidão de óbito

Juscelino Kubitschek, com o ditador paraguaio Alfredo Stroessner, na cidade de Coronel Oviedo, no Paraguai, a 6 de Outubro de 1956
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  • O relatório da Comissão sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP) afirma que Juscelino Kubitschek foi morto em 1976 pela ditadura, e não vítima de um acidente de viação.
  • A conclusão chega pouco mais de cinquenta anos após a morte do ex-presidente.
  • A nova leitura sustenta que a morte ocorreu sob o regime, contrariando a versão anterior.
  • O texto da relatora do caso deve ser aprovado, tal como a rectificação na certidão de óbito.
  • A notícia destaca a diferença entre este veredito e a conclusão anterior da Comissão Nacional da Verdade.

A Comissão sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP) afirma que o ex-presidente Juscelino Kubitschek foi morto pela ditadura em 1976, contrariando a conclusão de acidente de viação que vigorou durante décadas. A notícia chega a pouco mais de 50 anos da sua morte.

O relatório aponta evidências que atentam contra a versão do acidente, sugerindo violência política como causa da morte. A forma como a narrativa foi classificada no passado é a base da contestação apresentada pela comissão.

A relatora do caso indica que o relatório deve ser aprovado, assim como uma retificação na certidão de óbito para refletir o novo enquadramento factual. O objetivo é assegurar que o registro reconheça a natureza do desfecho, conforme as investigações recentes.

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