- O relatório da Comissão sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP) afirma que Juscelino Kubitschek foi morto em 1976 pela ditadura, e não vítima de um acidente de viação.
- A conclusão chega pouco mais de cinquenta anos após a morte do ex-presidente.
- A nova leitura sustenta que a morte ocorreu sob o regime, contrariando a versão anterior.
- O texto da relatora do caso deve ser aprovado, tal como a rectificação na certidão de óbito.
- A notícia destaca a diferença entre este veredito e a conclusão anterior da Comissão Nacional da Verdade.
A Comissão sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP) afirma que o ex-presidente Juscelino Kubitschek foi morto pela ditadura em 1976, contrariando a conclusão de acidente de viação que vigorou durante décadas. A notícia chega a pouco mais de 50 anos da sua morte.
O relatório aponta evidências que atentam contra a versão do acidente, sugerindo violência política como causa da morte. A forma como a narrativa foi classificada no passado é a base da contestação apresentada pela comissão.
A relatora do caso indica que o relatório deve ser aprovado, assim como uma retificação na certidão de óbito para refletir o novo enquadramento factual. O objetivo é assegurar que o registro reconheça a natureza do desfecho, conforme as investigações recentes.
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