- O CDS-PP apelou à UGT para manter a maturidade e o bom senso no processo de negociação da lei laboral, pedindo que os interesses do país sejam prioritários.
- O partido criticou a atuação de Chega ao abordar a questão da idade da reforma, segundo o resumo da notícia.
- Paulo Núncio continua a acreditar num acordo na concertação social, na aproximação entre as partes.
- O PSD reiterou disponibilidade para negociar com todos os parceiros, incluindo o Chega, no âmbito do pacote laboral.
- A notícia sinaliza que a CIP se mostrou disponível para aceitar algumas propostas da UGT, numa possível última tentativa de conciliação entre os parceiros sociais.
O CDS-PP pediu hoje ao UGT maturidade e bom senso no processo de negociação do pacote laboral, numa intervenção no Parlamento. A deputação do partido veio depois de a CIP se ter mostrado disponível a aceitar algumas propostas da UGT na véspera.
O objetivo do CDS-PP foi exigir que a central sindical priorize os interesses do país face a eventuais posições pessoais dos dirigentes. A leitura é de que o diálogo precisa de manter o foco na solução para o conjunto da economia.
O PSD reiterou disponibilidade para negociar com todos os intervenientes, incluindo o Chega, numa tentativa de abrir espaço a um acordo sobre a lei laboral. A posição surge no contexto das negociações em curso entre atores sociais.
Os debates giram em torno de alterações à lei laboral e da definição da idade de reforma, tendo em vista uma convergência que não desvirtue o funcionamento do mercado de trabalho nem prejudique a accountability pública.
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