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BE e PCP criticam Seguro por não travar Lei da Nacionalidade, IL não entende

BE e PCP criticam a promulgação da Lei da Nacionalidade; IL sustenta consenso de dois terços; PS não comenta, aponta o primeiro-ministro.

O coordenador do Bloco de Esquerda (BE), José Manuel Pureza, na conferência de imprensa sobre a promulgação da Lei da Nacionalidade
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  • BE e PCP criticam António José Seguro pela promulgação da Lei da Nacionalidade, falando em contradição e crueldade e pedindo veto político.
  • Iniciativa Liberal, que viabilizou a lei, não entende os “recados” de Belém e afirma que o consenso parlamentar não depende do PS.
  • PS não comenta a decisão; o líder José Luís Carneiro disse que cabe ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, responder aos recados.
  • BE acusa que a lei representa uma agenda da extrema-direita apoiada pelo Governo; o PCP aponta contradição entre as posições de Seguro.
  • IL, que ajudou a aprovar a lei, lembra que foi aprovada por dois terços da Assembleia da República e afirma que o consenso não depende do PS.

A Lei da Nacionalidade, promulgada pelo Presidente da República, gerou críticas no BE e no PCP, quequestionaram a promulgação e apontaram contradições. O PS, por seu lado, desviou o tema para o primeiro-ministro responder aos reparos. A IL, que viabilizou o diploma, afirma não perceber os recados de Belém.

Para o BE, a medida é vista como cruel e associada a uma agenda de direita. O partido sustenta que António José Seguro deveria ter vetado politicamente o diploma em vez de o promulgar, evitando legitimar a chamada extrema-direita. O líder bloquista reforçou que o consenso não depende apenas do governo.

No PCP, a deputada Paula Santos entende que Seguro deveria ter mantido uma distância das opções dentro da lei, que ele próprio critica. A reclamação central é a impressão de contradição entre o que o Presidente promulgou e o que o Governo defende.

O PS indicou que cabe ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, responder aos avisos feitos pelo Presidente na promulgação. A posição do executivo é de esperar um diploma que reflita maior consenso, sem marcarções ideológicas do momento.

À direita, a IL afirma não entender os recados e lembra que a lei foi aprovada com dois terços no Parlamento. A líder liberal destaca que o consenso já existia e que não se verificam os pendentes de processos que possam estar incluídos pela nova norma.

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