- O Chega vê a proposta para proibir a burca em espaços públicos parada na especialidade há mais de meio ano.
- A medida foi aprovada na generalidade em outubro do ano passado com os votos de toda a direita.
- O PSD acusa que o Chega “roa a corda” e que o assunto arrefeceu por sua causa.
- O líder do Chega, André Ventura, disse ao Correio da Manhã que já deu indicação para avançar com urgência na especialidade.
- O impasse continua sem data definida para a votação na especialidade.
A proposta do Chega para proibir o uso da burca em espaços públicos está parada na especialidade há mais de meio ano. A medida foi aprovada na generalidade em outubro passado com o apoio de toda a direita parlamentar.
A esquerda não integra o consenso, mas a discussão ficou interrompida no funcionamento da especialidade. A posição da direita ficou marcada pela aprovação inicial, enquanto o tema ficou sem avaliação técnica por tempo considerável.
O líder do Chega, André Ventura, afirmou ao Correio da Manhã que já deu indicação para que o assunto avança na especialidade com urgência. A notícia confirma uma implementação ainda por definir e sem data marcada para a conclusão.
A situação mantém-se estável até ao momento: a proposta permanece congelada na etapa de especialidade, sem mudanças públicas anunciadas. A polémica envolve aspetos de segurança pública e princípios constitucionais, mantendo o debate entre os partidos do bloco de direita.
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