Em Alta futeboldesportoPortugalinternacionaisgoverno

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

UGT assegura que não cederá a medidas-chave do Governo na reforma laboral

UGT mantém posição firme contra as “traves mestras” do Governo na reforma laboral e reforça unidade, preparando possível greve geral

Milhares protestam em Lisboa contra o pacote laboral no Dia do Trabalhador
0:00
Carregando...
0:00
  • O secretário-geral da UGT, Mário Mourão, afirmou que a UGT não vai ceder às “traves mestras” do Governo na reforma laboral.
  • A fala ocorreu no 1º de maio, durante a festa dos trabalhadores no Jamor, e Mourão disse que as tentativas de dividir a UGT falharam, mantendo-a mais unida do que nunca.
  • Referiu que, desde julho de 2025, quando o Governo apresentou o anteprojeto da reforma laboral, a UGT disse “não” unido e chegou a ponderar greve geral.
  • Sem confirmar se a UGT aderirá à greve geral convocada pela CGTP para 3 de junho, Mourão recordou a greve de 11 de dezembro de 2025, da qual participou de forma unida.
  • Disse ainda que tentativas de enfraquecer a central falharam, sublinhando que a UGT continua sendo uma instituição de sindicalistas, não de militantes partidários.

O secretário-geral da UGT afirmou na sexta-feira, 1 de maio, que a central não cederá às chamadas traves mestras do Governo na reforma laboral. O pronunciamento ocorreu durante a festa dos trabalhadores no Centro Desportivo do Jamor, em Oeiras.

Mário Mourão destacou que foram tentativas de dividir a UGT, mas garantiu que a organização está mais unida do que nunca. Recordou o início do debate sobre a reforma laboral, em julho de 2025, quando o Governo de Luís Montenegro apresentou o anteprojeto.

Segundo Mourão, a UGT recusou o conceito de diálogo imposto e a estratégia de governo, afirmando que a negociação verdadeira não é cedência de um lado. O líder sindical lembrou a greve de 11 de dezembro de 2025, em que a UGT participou de forma unida.

A intervenção não dirigiu-se a comentar se a UGT aderirá à greve geral convocada pela CGTP para 3 de junho. De forma repetida, manteve o foco na unidade sindical frente ao anteprojeto que, segundo ele, não evoluiu nas matérias centrais.

Segundo o dirigente, a essência da UGT é ser uma instituição de sindicalistas e não de militantes partidários. As críticas a quem tentou enfraquecer a central teriam falhado, assegurou, escuchas dos trabalhadores presentes ao longo do discurso.

Contexto e perspetivas futuras

O discurso reforçou que a UGT mantém posição firme relativamente à reforma laboral e à avaliação de propostas do Governo. Ainda não há confirmação pública sobre aderência à greve prevista pela CGTP, nem detalhes sobre negociações em curso.

A participação na greve de junho permanece em aberto, com a UGT a enfatizar a necessidade de diálogo verdadeiro sem cedências que comprometam direitos laborais. A atuação da central continua a ser acompanhada por trabalhadores e entidades do setor.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais