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Livre diz que apenas o Governo não percebe a rejeição do pacote laboral

O Livre sustenta que a rejeição ao pacote laboral é clara e transversal e exige ao Governo escolher entre manter a estabilidade da legislação laboral ou alinhar‑se com o Chega

Isabel Mendes Lopes fala aos jornalistas durante a marcha do Dia do Trabalhador convocada pela CGTP-IN
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  • O Livre afirmou que apenas o Governo não percebe a rejeição ao pacote laboral, defendendo que a estabilidade e os direitos dos trabalhadores devem ser salvaguardados.
  • A declaração foi feita durante a manifestação do Dia do Trabalhador, em Lisboa, promovida pela CGTP-IN.
  • A líder parlamentar do Livre, Isabel Mendes Lopes, disse que a rejeição é clara e transversal na sociedade, e que o Governo deve decidir entre colocar a reforma nas mãos do Chega ou valorizar a estabilidade da legislação laboral.
  • A deputada afirmou que uma reforma laboral feita contra a sensibilidade do país não é estável e poderá ser revertida assim que houver nova maioria.
  • Mendes Lopes pediu conhecer a posição do Chega, alegando instabilidade do partido, e criticou a intransigência do Governo e a desvalorização da concertação social junto da CGTP e da UGT.

O Livre afirma que a rejeição ao pacote laboral é clara e transversal na sociedade, e devolve ao Governo a responsabilidade de decidir se quer preservar a estabilidade da legislação laboral ou ceder a pressões para aprovar mudanças. A posição foi expressa durante a manifestação do Dia do Trabalhador promovida pela CGTP-IN em Lisboa.

A líder parlamentar do Livre sublinhou que a reforma laboral, se for feita contra a sensibilidade do país e apenas com apoio de uma parte do parlamento, não garante estabilidade a longo prazo. A preocupação central é evitar uma alteração que possa exigir retomações futuras com a entrada de novas maiorias.

Para a co-porta-voz do Livre, importa esclarecer qual será a posição do Chega, apontando instabilidade recente do partido. O objetivo é perceber se o partido aceita uma abertura que preserve a estabilidade de direitos laborais.

Isabel Mendes Lopes acusou o Governo de intransigência e de desvalorizar a concertação social, especialmente em relação à CGTP e à UGT. A funcionária política afirmou que estas estruturas têm sido tratadas de forma inadequada.

No dia 1 de Maio, a deputada reforçou a solidariedade com as organizações laborais, destacando a importância de defender os direitos dos trabalhadores face à reforma em curso. O Livre defende que a estabilidade nacional depende de uma posição clara do Governo.

Fonte: declarações feitas em Lisboa durante a manifestação do Dia do Trabalhador, promovida pela CGTP-IN.

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