- As celebrações do 1º de Maio na Alameda e no Centro Desportivo do Jamor foram marcadas pelo protesto contra o pacote laboral do Governo.
- Os discursos de líderes da CGTP e da UGT incluíram críticas ao pacote, com palavras de ordem e cartazes sobre o tema.
- O tema também esteve presente nas conversas paralelas e nas várias manifestações públicas realizadas nesses espaços.
- O protesto serviu de mote à convocação de uma greve geral para o dia 3 de Junho.
As celebrações do 1º de Maio ficaram marcadas por protestos contra o pacote laboral do Governo, com concentrações na Alameda da Cidade e no Centro Desportivo do Jamor. O objetivo foi criticar a reforma laborale apresentada pelo Executivo e defender alterações ao pacote.
Líderes sindicais marcaram os discursos, com representantes da CGTP e da UGT a subir ao palco para reforçar as críticas e exigir respostas dos responsáveis políticos. As palavras de ordem, os cartazes e as conversas paralelas compuseram o ambiente do evento.
Foi ainda anunciado um movimento de greve geral para 3 de Junho, como resposta à oposição ao pacote laboral. A decisão envolve várias estruturas sindicais e pretende intensificar a pressão sobre o Governo.
A mobilização decorreu no dia seguinte a várias declarações públicas sobre o tema, mantendo o foco nos impactos da reforma para trabalhadores e empresas. A organização do evento procurou enfatizar a unidade dos insurgentes contra as medidas propostas.
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