- O Chega afirma que, para aprovar a reforma laboral, é necessária a redução da idade da reforma, sem indicar para que idade.
- Em 2026, a idade da reforma está fixada em 66 anos e nove meses.
- Ex-ministros António Bagão Félix e José Vieira da Silva alertam para o “perigo” da medida.
- Bagão Félix considera a descida inadequada, enquanto Vieira da Silva critica-a como populista.
- O debate sobre o pacote laboral volta a ficar dependente desta matéria.
Durante o debate quinzenal no parlamento, o CHEGA avisou que, para aprovar a reforma laboral, é crucial reduzir a idade da reforma. A posição foi defendida sem especificar qual seria a nova idade pretendida, mantendo a exigência de alteração como condição para o avanço da legislação.
Os antigos ministros do Trabalho e da Segurança Social reagiram de forma crítica. António Bagão Félix considerou a descida da idade inadequada, enquanto José Vieira da Silva classificou a proposta do líder do Chega como populista.
O enquadramento atual aponta para uma idade da reforma fixada, em 2026, nos 66 anos e nove meses. O Chega ainda não clarificou qual seria o novo patamar desejado, dizendo apenas que a reforma laboral depende dessa alteração.
Bagão Félix e Vieira da Silva destacam, em declarações separadas, preocupações sobre impactos sociais e económicos de uma possível redução. A discussão envolve também efeitos sobre a sustentabilidade do sistema de reformas e o equilíbrio entre recrutamento, produtividade e proteção social.
Entre na conversa da comunidade