- Julie Davis, embaixadora interina dos EUA na Ucrânia, vai deixar o cargo em junho e reformar-se do serviço diplomático.
- Davis tem atuado como encarregada de negócios em Kiev há quase um ano, sucedendo Bridget Brink, que se demitiu em abril de 2025.
- A demissão de Davis surge num contexto de debate público sobre a política de Washington para a Ucrânia e a invasão russa.
- O Departamento de Estado rejeitou as sugestões de que a saída está ligada a diferenças políticas com o presidente Donald Trump.
- O cargo de embaixador dos EUA em Kiev permanece vago desde a demissão de Brink, e ainda não há indicação de quem a substituirá nem quando será nomeado um embaixador permanente.
Julie Davis, a embaixadora interina dos EUA na Ucrânia, vai deixar o cargo em junho e reformar-se do serviço diplomático, anunciou o Departamento de Estado. A notícia chega sem confirmação de quem será o próximo embaixador permanente em Kiev.
Davis tem cumprido funções de encarregada de negócios desde a saída de Bridget Brink, em abril de 2025, após críticas públicas à administração anterior sobre a resposta à invasão russa. Brinks afirmou, na altura, que não podia manter a política vigente.
O Departamento de Estado rejeitou as sugestões de que a decisão de Davis está ligada a diferenças políticas com o presidente Donald Trump. O afastamento de Brink deixou a embaixada vaga, sem confirmação de substituto.
Situação em Kiev e futuro da embaixada
Brink, que serviu em Kiev desde 2022, explicou que renunciou motivada por críticas à direção da política externa. Davis, que também atuou como embaixadora em Chipre desde 2023, não recebeu ainda confirmação para um papel permanente em Ucrânia.
Até ao momento, não há indicação de quem ocupará o posto efetivo de embaixador dos EUA na Ucrânia nem de quando será nomeado. O objetivo diplomático norte-americano de encerrar a guerra total permanece sem avanços visíveis recentemente.
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