- A ministra do Trabalho afirmou que as aproximações no processo negocial sobre alterações à lei laboral não desfiguram a reforma.
- Espera que a decisão da UGT seja positiva para que o país possa convergir com a Europa, na competitividade da Economia e na produtividade das empresas.
- A declaração ocorreu durante a audição regimental na Assembleia da República.
- A ministra explicou que o processo negocial teve vários episódios que atrasaram o seu processamento, nomeadamente declarações de greves e o debate do Orçamento do Estado.
- Considerou que o processo negocial durou o tempo que tinha de durar e que as inúmeras aproximações do Governo não desfiguram a reforma.
A ministra do Trabalho afirmou, nesta quarta-feira, que as mudanças acordadas no processo negocial sobre a reforma laboral não a desfiguram. O entendimento é de que o acordo em sede de Concertação Social está apenas pendente de uma decisão da UGT, explicou durante a audição na Assembleia da República.
Rosário Ramalho explicou que as chamadas aproximações resultantes do processo não comprometem a essência da reforma. A fala surge após identificar episódios que prejudicaram o andamento normal das negociações, designadamente declarações de greve e questões relacionadas com o Orçamento do Estado.
A governante sublinhou que o acordo em Concertação Social tem como objetivo facilitar a convergência com a União Europeia, melhorar a competitividade da economia e aumentar a produtividade das empresas. Diz ainda que o tempo dedicado ao processo corresponde ao que era necessário.
Pendência da UGT
A ministra reiterou que a decisão da UGT é o fator determinante para avançar com o acordo. A expectativa é de que essa decisão seja positiva, permitindo que o país siga encaminhado para uma reforma laboral estável e equilibrada. Aguardam-se, portanto, os próximos passos oficiais sobre o assunto.
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