- O papa Leão XIV inicia a quarta e última etapa da viagem pela África com uma visita à Guiné Equatorial.
- O objetivo é abordar questões sensíveis, nomeadamente o pluralismo político e as liberdades cívicas.
- Depois de três dias em Angola, o pontífice deverá chegar a Malabo por volta do meio‑dia (mesma hora em Lisboa).
- Em quarenta e quatro anos, segue os passos de João Paulo II, que foi o primeiro papa a pisar solo guineense.
- A Guiné Equatorial é rica em petróleo, tem cerca de dois milhões de habitantes, dos quais 80% são católicos.
O papa Leão XIV inicia, esta terça-feira, a quarta e última etapa da viagem por África com uma visita à Guiné Equatorial. A deslocação acontece após três dias em Angola e visa abordar questões sensíveis como pluralismo político e liberdades cívicas, segundo informações oficiais.
A visita deverá ocorrer em Malabo, a capital antiga do país da África Central, por volta do meio-dia, hora de Lisboa. O pontífice chega num contexto de encontro com autoridades locais e comunidades católicas, mantendo o objetivo de promover diálogo institucional.
Leão XIV reforça a ligação histórica com o país ao seguir os passos de João Paulo II, que pisou solo guineense há 44 anos. A Guiné Equatorial é petrolífera, tem cerca de 2 milhões de habitantes, e cerca de 80% são católicos, legado da colonização espanhola.
Contexto histórico
A região já recebeu visitas papais e o país é descrito como um dos mais fechados do continente, o que molda as expectativas para esta deslocação.
Dados essenciais
A Guiné Equatorial mantém regimes de governança com restrições a liberdades políticas, o que coloca a visita numa linha de diálogo entre autoridades e comunidades religiosas.
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