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Papa em Angola pede cultura de justiça para curar a corrupção e unir o país

Papa Leão XIV exorta Angola a superar divisões e corrupção, rumo a um país de paz, justiça e esperança para os jovens, na missa campal com 600 mil fiéis

"Que a chaga da corrupção seja curada por uma nova cultura de justiça": Papa falou em Angola e pediu um país sem divisões
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  • O Papa Leão XIV pediu em Angola uma cultura de justiça para curar a corrupção e criar um país sem ódio nem divisões.
  • A mensagem foi proferida durante a missa campal em Kilamba, Luanda, para cerca de seiscentos mil fiéis.
  • Destacou que Angola é um país belo e ferido, com fome de esperança, paz e fraternidade, ainda marcada pela guerra civil.
  • Pediu uma Igreja próxima das pessoas, com bispos, sacerdotes, religiosas, religiosos e leigos, ouvindo o clamor dos angolanos.
  • Depois da missa, o Papa participou no Santuário da Muxima, recitando o terço perante milhares de fiéis advindos de todo o país, em romaria que começou na sexta-feira.

Leão XIV esteve em Angola para uma visita de três dias, começando com uma missa campal em Kilamba, Luanda. Cerca de 600 mil fiéis participaram, num evento marcado pela mensagem de esperança e pela ideia de um país sem ódio nem violência, para um futuro mais justo para os jovens.

O Papa pediu uma Angola unida, que supere as divisões herdadas de uma longa guerra civil. Recordou a dor do passado e sublinhou a necessidade de uma Igreja próxima das comunidades, capaz de ouvir o clamor dos fiéis diante dos problemas sociais e económicos.

Acompanhado por seguranças, Leão XIV percorreu as ruas num papamóvel antes da missa campal, que ocorreu na cidade de Kilamba, inaugurada em 2011. O contexto religioso reforçou o apelo pela justiça, partilha e pela cura da corrupção como caminho para a paz.

Visita ao Santuário da Muxima e continuação da romaria

Após a celebração, o Papa deslocou-se ao Santuário da Muxima, na província de Ícolo e Bengo, para a recitação do terço diante de milhares de fiéis vindos de todo o país. O ambiente de fé continuou com a romaria que já decorria desde sexta-feira, com muitas pessoas a acampar em tendas.

A romaria ao santuário destacou a continuidade da peregrinação no território, com a multidão a acompanhar a programação religiosa e a demonstrar o fervor da fé católica angolana. O conjunto da visita reforçou o engajamento da Igreja na vida pública e nas comunidades.

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