- Susana Coroado, antiga presidente da Transparência Internacional Portugal (2020‑22), alerta para retrocesso no escrutínio do poder político.
- A investigadora afirma que parte desse escrutínio, que não depende de ilícitos, cabe à comunicação social e aos cidadãos.
- Coroado é investigadora do Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC), em Espanha.
- Em 2026, publicou o livro Transparência na Vida Pública, editado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos.
Antiga presidente da Transparência Internacional Portugal (2020-2022) e autora de Transparência na Vida Pública, Susana Coroado alerta para um retrocesso no escrutínio do poder político. Segundo a investigadora, parte desse controlo não está associado a actos ilícitos, cabendo à comunicação social e aos cidadãos essa função.
Coroado afirma que a percepção pública pode deixar de exigir accountability rigorosa por parte de instituições e políticos, o que compromete a qualidade da democracia. As declarações foram partilhadas em contexto de divulgação do seu novo livro.
A pesquisadora trabalha atualmente no Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC) em Espanha. O livro Transparência na Vida Pública foi publicado este ano pela Fundação Francisco Manuel dos Santos.
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