- O Livre pediu esclarecimentos ao Governo sobre o Centro Interpretativo do 25 de Abril, anunciado em 2024 com inauguração prevista para este ano.
- O semanário Expresso indica que o projecto está bloqueado porque o Governo não cede o espaço previsto: o atual Ministério da Administração Interna, na Praça do Comércio, em Lisboa.
- Há dois anos foi assinado um protocolo entre a Associação 25 de Abril, a Câmara de Lisboa e o Governo que previa a cedência do imóvel e o financiamento do museu, estimado em cerca de 5,2 milhões de euros.
- O Livre questiona se o Governo vai cumprir o protocolo, qual o espaço planeado e a data prevista para a abertura, e se existe intenção de deslocalizar o MAI.
- Maria Inácia Rezola, comissária executiva das Comemorações, e o presidente da Associação 25 de Abril, Vasco Lourenço, manifestaram preocupação com o atraso e o impasse.
O Livre pediu esclarecimentos ao Governo sobre o Centro Interpretativo do 25 de Abril, anunciado em 2024 com inauguração prevista para este ano, mas ainda sem avanços. A Ação surgiu após dúvidas sobre o cumprimento do protocolo acordado com a Associação 25 de Abril, a Câmara de Lisboa e o Governo.
Segundo o jornal Expresso, o espaço proposto para o centro seria o atual edifício do Ministério da Administração Interna, na Praça do Comércio, em Lisboa. A notícia aponta que a possível deslocalização tem estado bloqueada por alegadas questões de segurança não especificadas.
O protocolo de dois anos atrás define a cedência do imóvel e o financiamento do museu, estimado em cerca de 5,2 milhões de euros, com o objetivo de celebrar os 50 anos do 25 de Abril através do espaço. Deputados do Livre lembram o tempo decorrido e pedem respostas.
Situação atual do espaço
O Livre pergunta ao ministro da Presidência se houve comunicação de que o MAI não iria sair das instalações atuais e, em caso afirmativo, quais as razões, especialmente à luz de outras mudanças de tutelas para edifícios públicos. O grupo também solicita indicação do espaço alternativo e da data prevista de abertura.
A questão envolve ainda o destino de recursos do orçamento, incluindo a transferência de 10% do montante total do museu para projetos de arquitetura e especialidades, conforme o protocolo acordado. O objetivo é clarificar o trajeto do centro e o cumprimento do acordo.
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