- O texto critica o título “Deixou de ser possível saber quem financia partidos e campanhas políticas” por desvalorizar o direito à informação e à liberdade de imprensa.
- A peça sustenta que essa visão deveria envergonhar pela forma como desconsidera a transparência.
- O artigo aponta um momento na vida de altos cargos públicos quando surgem desconfortos: 60 dias após a posse.
- Durante esse período, as declarações de rendimentos passam a ser consultadas e a originar notícias.
Um artigo de opinião intitulado Lá se vai a transparência critica a ideia de que não é possível saber quem financia partidos e campanhas. O texto considera essa afirmação uma falha do debate público.
O autor sustenta que a transparência é essencial e que deixar de investigá-la agrava a desinformação. A peça aponta riscos ao direito de a sociedade saber quem financia a política.
Segundo o texto, surge desconforto quando, passados 60 dias após a posse, as declarações de rendimentos de titulares de altos cargos passam a ser analisadas pela imprensa e pelo público.
A peça aborda ainda o papel da imprensa e de mecanismos de controlo financeiro na política, sem apresentar propostas, apenas aludindo a impactos na confiança cívica.
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