- Francisco Assis anunciou que não continua no Secretariado Nacional do PS, alegando falta de tempo para funções executivas no âmbito partidário.
- Disse ter comunicado a sua indisponibilidade ao secretário-geral, José Luís Carneiro, no final da semana anterior.
- Justificou a decisão pela sua agenda entre Bruxelas, Estrasburgo e Amarante e pelas diversas responsabilidades no Parlamento Europeu.
- Agradece a confiança e o trabalho desenvolvido, envia votos de sucesso a Carneiro e diz que pode contar com o seu apoio.
- Foi eleito para o Secretariado Nacional em julho de 2025 pela lista de Carneiro; a Comissão Nacional reúne-se a 19 de abril para eleger a nova Comissão Política Nacional e o Secretariado, por proposta de Carneiro, reeleito sem oposição.
Francisco Assis comunicou ao secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, a sua indisponibilidade para continuar no Secretariado Nacional do partido, por falta de tempo para funções executivas. A decisão foi tomada após ponderação ao longo de algumas semanas, explicou o eurodeputado.
O socialista revelou que vive entre Bruxelas, Estrasburgo e Amarante, com múltiplas responsabilidades no Parlamento Europeu. A indisponibilidade resulta da necessidade de equilibrar as tarefas partidárias com o seu trabalho institucional.
Na mensagem partilhada, Assis agradeceu a confiança recebida, elogiou as pessoas com quem colaborou e desejou sucesso a Carneiro, a quem chamou de “velho e grande amigo”. Garantiu apoio e disponibilidade ao líder do PS para o que for necessário.
Francisco Assis foi eleito para o Secretariado Nacional do PS em julho de 2025 pela lista de José Luís Carneiro.
Contexto institucional e próximos passos
A Comissão Nacional do PS, eleita no último congresso, terá a primeira reunião a 19 de abril, para eleger a nova Comissão Política Nacional e o Secretariado Nacional, por proposta de Carneiro, reeleito secretário-geral sem oposição interna.
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